quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Matéria sobre excursão do Ferroviário à Colômbia (década de 80)

Um recorte sobre a excursão do Ferrim à Colômbia e Venezuela na década de 80, patrocinada por um radialista maranhense.


Entrevista sobre o podcast "Memórias do Futebol Maranhense" (Rádio Mirante AM)

Entrevista sobre o podcast "Memórias do Futebol Maranhense" no programa "Bola na Rede", da Rádio Mirante AM, dia 05 de Fevereiro de 2013.

 Entrevista sobre o podcast "Memórias do Futebol Maranhense"

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Moto Club 2x1 Flamengo - Amistoso em 1960

No ano de 1960 o Flamengo, em excursão pelo Nordeste, desembarcou em São Luis para uma partida amistosa contra o Moto Club e um selecionado maranhense.

 Moto Club x Flamengo (RJ)

 Moto Club que enfrentou o Flamengo

 Equipe do Flamengo no Tirirical, em São Luis

 Lance de ataque do Moto no jogo contra o rubro-negro carioca

Nabor e Henrique, do Flamengo

FICHA DO JOGO

Moto Club 2x1 Flamengo (RJ)
Data: 24 de Janeiro de 1960
Local: Estádio Nhozinho Santos
Juiz: Lourival Amaral
Gols: Zezico (e gols)  e Luís Carlos
Moto Club: Bacabal; Baezinho, Baé e Bernardino; Peru (Matuto), Dico I e Luís (Isaias); Zezico, Gojoba, Neto e Nabor . Técnico: Moscoso
Flamengo (RJ): Mauro; Jouberth, Décio e Jordan; Carlinhos e Jandir; Luís Carlos, Moacir, Henrique, Gerson e Germano (Roberto). Técnico: Bria

Sampaio Corrêa x Olaria - Amistoso em 1971

Em 1971 a equipe do Olaria Atlético Clube do Rio de Janeiro realizou em 1971 uma excursão ao Norte e Nordeste. Antes de chegar a São Luis, o clube disputou duas partidas em Manaus: dia 14 de Julho de 1971 (vitória sobre o Nacional por 2x0, no Estádio da Colina) e dia 16 de Julho de 1971 (vitória por 1x0 sobre o Fast). O clube, que havia sido o terceiro colocado no Campeonato Carioca daquele ano, chegou a São Luis para duas partidas: no dia 27 de Julho o clube empatou com o Moto Club em 1x1 e, dois dias depois, novo empate, desta vez diante do Sampaio Corrêa. Deixo abaixo algumas fotos e fichas dos dosi jogos da excursão do Olaria ao Maranhão.

 Olaria em excursão por São Luis, em 1971

 Luís Carlos Feijão, do Olaria

 Formação do Olaria no ano de 1971

 Matéria sobre o empate entre Olaria e Sampaio no Jornal do Dia

 Sampaio 0x0 Olaria
 Matéria do Jornal O Imparcial

Goleiro Eraldo do Sampaio Corrêa defendendo o chute do jogador do Olaria

FICHAS DOS JOGOS

Moto Club 1x1 Olaria (RJ) - 27 de Julho de 1971
Local: Estádio Nhozinho Santos
Juiz: Raimundo Sena
Gols: Clécio e Marco Antonio
Moto Club: Assis; Reinaldo (Ribeiro), Zezinho, Clécio e Romildo; Faísca e João Bala; Toca, Paraíba (Sima), Marcos e Batistinha
Olaria (RJ): Pedro Paulo; Haroldo, Altivo, Walter e Alfinete; Afonsinho e Gesse (Fernando), Robertinho, Luís Carlos, Osmy e Marco Antônio

Sampaio Corrêa 0x0 Olaria (RJ) - 29 de Julho de 1971
Local: Estádio Nhozinho Santos
Juiz: Lercílio Estrela
Sampaio Corrêa: Heraldo; Célio Rodrigues, Neguinho, Nivaldo (Geraldo) e Heraldo Gonçalves; Gojoba e Amorim (Roberto); Prado, Zé Carlos, Roberto (Vavá) e Itamar
Olaria (RJ): Roberto Anacleto; Haroldo (Mineiro), Altivo, Walter e Alfinete; Afonsinho e Gesse (Fernando); Robertinho, Luís Carlos, Osmy e Marco Antônio

Newton, o gigante que calou o Maracanã

Texto extraído do livro "Memória Rubro-Negra: de Moto Club a Eterno Papão do Norte".

"Quando o garoto de apenas 23 anos e 1,67 m recebeu em lançamento a bola do meia Raimundinho e, aproveitando-se da indefinição do ala Júnior, com um toque sutil na sápida do goleiro Raul, talvez nem ele próprio pudesse imaginar a proporção que aquele tento causaria em sua vida. Newton acabara de calar o Estádio do Maracanã diante do todo poderoso Flamengo de Zico e companhia e, de quebra, consagrar-se em definitivo no futebol. A eterna promessa havia ficado para trás, assim como o Moto Club: rapidamente o ponta, que despertou o interesse dali em diante por grandes clubes como Palmeiras, Flamengo, Santos e Vasco, assinou contrato com o São Paulo, escrevendo para sempre o seu nome como uma das maiores revelações do futebol nacional em sua época.

O maranhense Newton de Jesus Santana, a exemplo de tantos outros garotos, passou por muitas dificuldades na vida. Nascido a 12 de Outubro de 1960 no Bairro do Tirirical, o filho do seu José Ribamar Santana e dona Amélia de Jesus Rodrigues Santana, Newton, antes de tudo, teve dentro de casa uma formação com princípios e valores morais que o ajudaram na formação do seu grande caráter como pessoa e profissional nos gramados. Conciliava os estudos na escola Felipe Conduru (São Cristóvão) com as peladas, descalço pelas ruas do bairro, com os amigos. Newton começou jogando, aos oito anos de idade, na várzea do São Cristóvão, como o campo da base aérea e o campo do estrela. Da infância simples, aliás, o eterno craque do Papão guarda as melhores recordações: da primeira bola de futebol (sonho de consumo de dez entre dez garotos) que ganhou dos pais e quando assistiu aos jogos do Brasil na Copa de 1970 (México). Passou a infância toda no Tirirical, mudando-se, na adolescência, para o São Francisco, onde passou a estreitar ainda mais a sua ligação com o futebol.

Motense desde a infância, Newton costumava frequentar, sempre na companhia do seu tio Iduval Rodrigues (Lulu), aos jogos do Papão. E a admiração e o amor pelo clube cresciam, alimentado pelo sonho em vestir a camisa do seu time de coração, o Moto Club. O jovem vislumbrava dali, no meio da torcida, a chance em poder um dia estar do outro lado, no gramado, fazendo fama e, sobretudo, muitos gols pelo rubro-negro. E foi em algumas equipes amadoras do bairro que Newton despontava no futebol, como o América, do falecido Deputado João Evangelista, e o Estrela Futebol Clube, do desportista Ferreirinha. Em 1977, o craque integrou uma equipe formada por alguns amigos da sua rua e o time foi convidado às disputas do Campeonato do Centro Comunitário do São Francisco, organizado pelo desportista Zé Cândido, que cuidava dos juniores do Boa Vontade. Além de campeão, Newton foi o artilheiro da competição, o suficiente para o próprio Cândido o levar para as disputas do Campeonato Maranhense da categoria pelo BV. O craque quase desistiu no começo: “eu disse não porque o time era do Bairro de Fátima e treinava no Anil. Eu teria que atravessar a cidade inteira pra poder treinar e isso iria atrapalhar meus estudos”, contou Newton. Após seis meses e sob a garantia de apenas jogar e não treinar com o restante do elenco, o jovem despontou nos juvenis do Boa Vontade, aos 17 anos. Rapidamente ele foi convocado para a Sel. Maranhense de juniores, para disputar do Brasileiro da categoria.

Newton, ao centro, no Expressinho, em Maio de 1982

No mesmo ano, 1982, já com a camisa do Moto Club

Em 1980, o jogador passou ao profissional do Expressinho. Baixinho, veloz, de drible fácil, Newton não batia perfeitamente na bola, mas tinha boa presença de área. Pelas suas boas atuações no Estadual, o craque chegou ao Papão logo após o Torneio Início de 1982, levado pelo o Dr. Cassas de Lima e comprado junto à equipe do Bairro da Cohab, em uma transação até hoje não explicada às claras envolvendo o ex-presidente do quadro cohabense, Hilton Rocha, na época acusado de ter facilitado a transação pela sua condição de motense roxo. O ponta estreou pelo rubro-negro diante do inexpressivo São José, onde o craque entrou do decorrer da partida e ainda fez um gol. A partir de então, Newton passou a se destacar no elenco rubro-negro, sob o comando de Zé Branco, e a fazer belos e inesquecíveis gols, como o tento na final do Segundo Turno do Estadual de 1982, diante do Tupan, e o golaço frente ao Paysandu, pelo final da primeira fase do Brasileirão de 1983. E foi justamente após esse gol diante da equipe paraense que o craque daria um grande salto para a sua carreira, ao assinar, por intermédio do Sr. Colombo, representante do tricolor paulista, com o todo poderoso São Paulo, que já namorava o craque desde quando Newton praticamente humilhou o lateral Júnior, naquela histórica apresentação do Papão do Norte dentro do Maracanã. Pelo seu estilo de ponta autêntico, drible fácil, que procura a linha de fundo, seu futebol alegre que chegou a enfiar bolas no meio das pernas de Júnior e até Zico, ficou acordado que, após a saída do rubro-negro da competição daquele ano, Newton desembarcaria na capital paulista. E o craque nunca mais voltaria.
Contratado por um empréstimo de apenas seis meses e, logo de cara, vice-campeão Paulista em seu primeiro campeonato pelo São Paulo, o início do jovem ponta-direita no Tricolor, porém, foi complicado: Newton foi obrigado a fazer uma cirurgia de hérnia, que o fez parar por 4 meses – por conta da intervenção, o craque disputou apenas uma partida nos seis meses de contrato e, mesmo assim, o São Paulo apostou no jogador e comprou o seu passe em definitivo. A volta por cima veio com belas atuações e o título de Campeão Paulista em 1985, mesmo sem ser unanimidade no elenco que ficou conhecido como Menudos do Morumbi (naquele ano, Newton, na reserva, marcou apenas duas vezes ao longo dos nove jogos em que disputou). Despontavam no elenco Gilmar, Zé Teodoro, Dario Pereira, Marcio Araújo, Silas, Pita, Müller e Careca. Newton disputava a titularidade com ninguém menos que o jovem Müller, que se consagraria em seguida para o futebol. Após o título, o jogador ainda rodou pelo São José/SP (1985), São Caetano (1986), Botafogo-SP (1986) e XV de Piracicaba (1987/88), antes de ser negociado com o Náutico de Recife, em 1988. Na transação, o São Paulo, que havia contratado o centroavante o ponta Mário Tilico, deu uma quantia em dinheiro e mais o passe de Newton como forma de pagamento. Encerrava-se ali a sua passagem pelo Tricolor do Morumbi.

 Matéria na Revista Placar (11 de Fevereiro de 1983)

 Com Lutércio

Newton, Zequinha e Cardosinho no Hotel Quatro Rodas

Pela equipe pernambucana, Newton foi Campeão Pernambucano em 1989, antes de sofrer uma fratura do tornozelo na semifinal do Estadual de 1993, já em sua segunda passagem pelo Timbu. Nesse meio tempo, o craque foi emprestado ao Atlético Mineiro, em 1990, devido ao não acordo financeiro para a renovação do seu contrato com a equipe pernambucana. Na equipe mineira, o ponta-direita ficou apenas um ano: atuou em 39 jogos, fez 6 gols e foi vice-campeonato mineiro daquele ano, além de conquistar o Torneio Ramón de Carranza. Newton deixou o Galo logo após a derrota para o Corinthians, pelo Campeonato Brasileiro. De volta ao Náutico, o eterno ídolo motense ainda atuou por mais três anos, antes de encerrar a sua carreira, já em 1994. Apesar de rodar por alguns dos maiores clubes do Brasil, o craque ainda mantém a serenidade e a calma desde os tempos em que arrancava aplausos da torcida motense com suas grandes jogadas: Newton sempre passa férias em sua cidade natal, São Luis, e até hoje mantém a mesma casa da época em que morava com os pais e irmãos no São Francisco. Um jogador completo, tanto nos gramados, com o seu maravilhoso futebol, como fora dele, no reconhecimento àquele bairro onde tudo começou."

Matéria sobre Newton, já pelo São Paulo, na Revista Placar (11 de Novembro de 1983)

PÔSTER - Maranhão Atlético Clube 3º colocado Campeonato Maranhense 1978


PÔSTER - Maranhão Atlético Clube 3º colocado Campeonato Maranhense 1981


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Sampaio Corrêa na Copa Norte 1999

A Copa Norte foi um campeonato disputado no começo do ano, que dava vaga na Copa dos Campeões. Apesar do nome, participam deste torneio clubes do Maranhão e do Piauí que pertencem à Região Nordeste. Além deles, fazem parte da competição as equipes dos Estados do Amazonas, Amapá, Acre, Pará, Rondônia e Roraima. Os trajetos, normalmente bem longos, são percorridos (quando as estradas permitem) em desconfortáveis ônibus, para economizar, é claro. Recentemente os clubes receberam incentivo da TV para a disputa do torneio. Os representantes são escolhidos pelas federações estaduais. Em 1997 e 1998, por decisão da CBF, os campeões da Copa Norte (o Rio Branco e o Sampaio Corrêa, respectivamente) tiveram o privilégio de participar da extinta Copa Conmebol.Deixo aqui alguns registros do Sampaio Corrêa vice-campeão da Copa Norte de 1999.
  
 Flamengo (PI) 2x4 Sampaio Corrêa, no Lindolfo Monteiro

  Flamengo (PI) 2x4 Sampaio Corrêa, no Lindolfo Monteiro

 Paysandu 0x2 Sampaio Corrêa, na Curuzu

  Paysandu 0x2 Sampaio Corrêa, na Curuzu

   Sampaio Corrêa 1x1 Paysandu, no Castelão

  Sampaio Corrêa 1x1 Paysandu, no Castelão

  Sampaio Corrêa 1x1 Paysandu, no Castelão

   Sampaio Corrêa 0x1 São Raimudno (AM), no Castelão

    Sampaio Corrêa 0x1 São Raimudno (AM), no Castelão

    Sampaio Corrêa 0x1 São Raimudno (AM), no Castelão

Vídeo da decisão: São Raimundo 1x2 Sampaio Corrêa



Foto do Sampaio com troféu de Campeão Brasileiro da Série C 1997

Um registro da exibição do troféu de Campeão Brasileiro da Série C de 1997, com todos os atletas.


domingo, 3 de fevereiro de 2013

Gustavo Tanus Dias, maqueano de coração

Este post é uma pequena homenagem a um amigo meu, Gustavo Tanus. Toda a sua família é maqueana e essa tradição vem passando por várias gerações. Gustavo é praticamente um guerreiro pelo Maranhão. É ele o dono de praticamente todas as redes sociais da torcida do MAC e um incentivador da torcida a ir ao estádio. O seu avô, Carlos Fernandes Dias, o Napá, foi um dos fundadores da torcida "Partido do Bode", criada na década de 40 por um grupo de jovens, com a finalidade principal de ajudar de várias formas o Maranhão Atlético Clube. O grupo foi constituído, além de Napá, por José Oliveira (Fogoió), Heitor Guterres (Vitrola), Jaime Paiva (Boquinha), Frazão (Barrigudo), Habibe e Zé Antena. Desses, apenas Fogoió está vivo e reside em Bacabal, interior do Maranhão. No dia 08 de Abril de 2012, Gustavo Tanus resolveu homenagear aquele que em muito contribuiu para a vida do Macão, o seu avô, e reativou a organizada "Partido do Bode", sob o aval de dirigentes e torcedores mais antigos, como uma justa e merecida homenagem a Carlos Dias. Deixo aqui então um pouco da história do Gustavo como torcedor, em texto extraído do blogo do MAC e readaptado:

Orgulho em vestir as cores do Macão

"Meu nome é Gustavo Dias Ferreira, nasci no dia 11 de Dezembro de 1990 e venho de uma familia tradicionalissima quadricolor (os Dias). Tanto da parte do meu pai quanto da minha mãe todos somos maqueanos (o curioso é que a familia do meu pai é de Cururupu). Meu pai sempre me levava ao Parque Valério Monteiro aos sabados e eu ficava la brincando com outros colegas da epóca. Nesse tempo o meu tio/padrinho França Dias era presidente do clube e foi tricampeão em 1993/94/95 e eu nem sabia o que se passava na época. Meu primeiro jogo do MAC foi em 1999, na final do primeiro turno contra o Moto, não lembro dos gols, só lembro que ja se passavam de 53 minutos do segundo tempo e meu tio/padinho França só faltou comer as mãos de tanto nervosismo e poque o juiz não acabavar o jogo (o MAC jogava por um empate). Escanteio para o Moto e o goleiro afastou a bola, tirando de soco e o juiz acabou o jogo - MAC campeão (se tornou o campeão maranhense naquele ano em cima do Sampaio, só que não pude assistir pois tinha viajado com minha familia para Cururupu). Quatro anos se passaram e lá estava eu de novo em uma decisão contra o Sampaio em pleno Castelão - 3x2 para a Bolivia. Nessa época eu fiquei conhecido entre meu familiares como "pé frio", pois, até o exato momento, todo jogo do Maranhão que ia, ou empatava ou perdia; aquilo ficava na minha cabeça e perdi a vontade de ir aos jogos, só que meu tio/padrinho era o único que não dizia isso e sempre me motivou a ir aos jogos.

Chegou o ano de 2006 e eu acompanhei todos os jogos do triangular final e da final da Taça Cidade de São Luis - Maranhão Campeão. Meu primeiro titulo vendo meu time jogar, foi muita emoção, ganhamos o Imperatriz na final por 1x0 em um jogo apertado, catimbado, tudo que uma grande decisão tem. Depois disso veio a série C daquele ano e o time começou a jogar bem até tropeçar para o Ananindeu, perdendo por 4x0 aqui em São Luis (resultado que praticamente eliminou o Maranhão da competição). Veio o ano de 2007 e o Maranhão não jogou o primeiro semestre e não brigou pelo Bi da Taça Cidade, mas chegou o Campeonato Maranhense de 2007. Vi o time fazer uma campanha linda, não se abateu perdendo o Primeiro Turno. Foi para o Segundo, desbancou os adiversários e foi campeão. O titulo do estadual seria decidido aqui em São Luis e o Maranhão poderia perder por até 1 gol de diferença, já que tinha ganho o Imperatriz lá por 1x0. Então fomos eu, meu irmão Eduardo, meus primos Igor e Luciano e Livia (na época namorada e hoje casada com Luciano). Eu não quis ver o jogo perto deles então fui ver o jogo quieto no meu canto. No começo a partida começou pegando fogo e o Imperatriz fes 1x0, só que na saida de bola, Arcinho empatou e eu sai feito um louco em direção onde o pessoal estava sentado. Veio o segundo tmpo e o Maranhão voltou melhor, só que não aproveitou as oportunidades e o Imperatriz virou o jogo. Depois disso fiquei nervoso (estava igual meu tio/padrinho na final de 99). Então veio um lance polêmico e todo mundo do Imperatriz partiu para cima do juiz querendo um gol em lance que fizeram falta no goleiro. E sai do estadio e fiquei do lado de fora num barzinho que tem bem de canto la no Nhozinho e fiquei escutando o resto do jogo la mesmo e quando o juiz deu o apito final sai que nem louco, pulei o alambrado, raguei minha bermuda e fui comemorar com os jogadores, sai até no globo esporte nacional. Sei que depois desse ano o MAC não ganhou mais nada, mesmo assim não deixei de apoiar o clube que amo, o clube em que meus avós foram apaixonados em parte de suas vidas e que toda minha familia torce e vibra, hoje sou dono do Partido do Bode, uma torcida que apoia sempre o MAC e que foi fundada pelo meu avô Carlos Fernandes Dias, e posso até brigar com meus pais (Antônio Carlos Tanus Ferreira e Lucia Maria Dias Ferreira) e com todo mundo, mas não consigo perder um jogo do meu BODE GREGÓRIO."

 Com as camisas "Nordestino de Coração Torce pelo Time da sua Região"

 ...

 Boliviano e Maqueano

 Partido do Bode

 Família Atleticana

 Bela homenagem ao último fundador do "Partido do Bode"

 No estádio...

 Reunião de maqueanos na Sede do MAC

Bela homenagem ao último fundador do "Partido do Bode"

http://partidodobode.webnode.com/