quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Festival "Futebol do Maranhão no meu coração"


O Blog Futebol Maranhense antigo reserva boa parte do seu espaço para o passado do nosso futebol e também alguma nota para a atualidade. Contudo, reservo este post de hoje para um evento bacana que rolou no último sábado, dia 22 de Setembro, na escola Master Kids, do Sistema Educacional Master, do Filipinho. Sob a orientação do professor de Educação Física Jorge Viana, aconteceu o festival "Futebol do Maranhão no meu coração", com alunos do Infantil 3 (primeiro e segundo anos do Ensino Fundamental Menor). As turmas de futsal, compostas por 85 alunos, foram divididas por seis equipes maranhenses: Sampaio Corrêa, Moto Club de São Luís, Maranhão Atlético Clube, Expressinho, Imperatriz e Bacabal. Cada time era representada pelas cores e adesivos que figurava o escudo do time. Todos os alunos receberam medalha de ouro pela competição e, mais do que isso, começaram desde cedo a entender a importância dos nosso clubes e a ter uma identificação com as nossas agremiações. O Blog parabeniza o professor Jorge Viana pelo belíssimo trabalho.

 Expressinho

 MAC

 Banner com fotos de momentos do nosso futebol

Imperatriz

  Imperatriz

 Fotos de momentos importantes do nosso futebol

Maranhão

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Sansão, firmeza da defesa atleticana


Texto extraído do livro "Salve, Salve, meu Bode Gregório: a História do Maranhão Atlético Clube"

Sansão, zagueiro do MAC

Quem assistia aos jogos do Maranhão entre 1969 e 1972, ficava encantando com a força e agilidade de um quarto-zagueiro que sabia como ninguém manter a liderança em campo e, de quebra, ser um dos grandes destaques da equipe em campo. Era um excelente jogador, mesmo sem ter técnica. Sua virilidade e capacidade de combate superavam tudo. Cumpria sua obrigação de forma espetacular. Era tranquilo na defesa por causa do vigor físico. Outra grande característica sua era a cabeçada no ataque, que sempre culminava em gols. Fora de campo, esteve sempre envolvido em conflitos com dirigentes porque não ficava calado diante das injustiças cometidas no futebol. Esse era Sansão, líder da defesa atleticana e que durante quase quatro anos viveu uma fase de ouro com a camisa do Glorioso. Além de títulos (coincidentemente os seus únicos na carreira profissional), Sansão ganhou o respeito da torcida, dirigentes, imprensa e desportistas em geral.

Raimundo Chagas nasceu no dia 19 de Janeiro de 1947, no lugarejo Rio São João, pequeno povoado localizado na estrada de São José de Ribamar. De uma infância muito humilde, o garoto Raimundo dividia o seu tempo entre os estudos e a diversão dos garotos, o futebol. Jogava em todas as posições, de goleiro a atacante. E foi desde muito cedo que ganhou o apelido que o consagraria dentro e fora dos gramados, já que ele usava longos cabelos e era forte, igual ao personagem do Livro de Juízes da Bíblia. No campo, era valente, habilidoso e leal com os companheiros, fazendo jus ao apelido. O seu pai, João Roberto Chagas, motense fervoroso, torcida para que algum dos filhos seguisse a carreira de jogador profissional. E o sonho começaria a se realizar quando Sansão, aos 15 anos de idade, passou a integrar, em 1963, o segundo quadro do Sete de Setembro do Rio São João, equipe formada por familiares do bairro que organizaram a equipe para disputas amadoras. Sansão jogava na posição de centroavante e somente quando despontou profissionalmente, dali a alguns anos, foi que abandonou a posição, atuando como quarto-zagueiro.

Sansão começaria a despertar o interesse pelos chamados grandes clubes da capital após deixar a região da cidade Balneária de Ribamar e mostrar o seu futebol nos gramados de São Luís. Nessa época, os times ludovicenses frequentemente visitavam os subúrbios ou as cidades menores em busca de novos talentos. E foi em um desses encontros que o jovem atleta foi levado para o Esporte Clube Nacional. O Diretor de Futebol da equipe, Domingos Dezoito, levou o Nacional para uma série de partidas no Sitio São João, em Ribamar. O dirigente acabou se encantando com o futebol hábil de Sansão e o convidou, em Outubro de 1966, para assinar como amador com a sua equipe. O craque jogou por quase dois anos no Nacional, até a equipe encerrar as suas atividades. Com a paralização, Casanovas, dono na Fábrica Santa Rosa e dirigente do Graça Aranha, o levou para o GAEC, em Setembro de 1967. Já nessa época, Sampaio e Moto haviam demonstrado interesse em contratá-lo. O fator dinheiro, contudo, pesou bastante e Sansão acabou acertando com o alvirrubro, aos 18 anos de idade. E foi pelo GAEC que Sansão acabou se profissionalizando, em Agosto de 1968, após renovação de contrato. Apesar da boa fase, Sansão e os atletas recebiam apenas os chamados “bichos” – as rendas dos jogos eram rateadas entre os atletas.

Pelo Graça Aranha, Sansão passou apenas um ano, antes de transferir-se, a convite de Antônio Bento, para o Sampaio Corrêa, na época comandado pelo treinador Bero. O time boliviano era formado por Zé Raimundo; Chaves, Sansão, Laxinha e Pulú; Faísca e Luis Carlos; Valdeci, Dino, Tutinha e Itamar. No ano seguinte, porém, o Sampaio encostou o time e Sansão acabou emprestado ao Maranhão, em Maio de 1969. Ficou no MAC até 1972, onde foi Bicampeão Maranhense e Tetracampeão da Taça Cidade de São Luís. Foi a sua melhor fase como profissional, ao lado de um elenco de peso: Brito; Baezinho, Luis Carlos, Sansão e Elias; Yomar e Almir; Euzébio, Antônio Carlos, Hamilton e Dario. Após uma fraca temporada em seu último ano pelo Glorioso, Sansão rescindiu o seu contrato com a equipe atleticana em Setembro de 1972 e assinou com o Moto Club, em Junho 1973. Contratado a pedido do treinador Marçal, ele reforçou o elenco rubro-negro para as disputas do Campeonato Brasileiro daquele ano. Dispensado após o término do Nacional, recebeu convite para atuar pelo River do Piauí, antes de uma breve passagem pelo São José, do Bairro do João Paulo. Em Teresina, Sansão passou apenas seis meses, pois os dirigentes não cumpriram com o que haviam proposto ao zagueiro. Sem condições de trabalho, Sansão deixou a equipe riverina, após duas únicas partidas.

De volta a São Luís, Sansão se bandeou para o Bacabal Esporte Clube, em Maio de 1975, antes de assinar contrato e defender as cores da Sociedade Esportiva Tupan, a convite do Presidente Dino, em Março de 1976. Jogou um ano e meio e, em seguida, resolveu encerrar a carreira. Sansão jogou apenas dez anos como profissional. Abandonou precocemente os gramados em sinal de protesto contra alguns dirigentes, que priorizavam os atletas de outros Estados em detrimento aos chamados pratas da casa, além de darem melhores condições de trabalho e salário aos jogadores de fora.

Embora estivesse no auge da carreira, Sansão não vislumbrava um futuro após encerrar profissionalmente com o futebol. As constantes noitadas eram a sua prioridade. Por diversas vezes deixava a concentração atleticana para ir beber, fato de domínio público entre dirigentes e até torcedores. Porém, Sansão dava conta do recado e quase sempre terminava a partida como o melhor jogador em campo. Após pendurar as chuteiras, foi empregado, na década de 1980, na Assembleia Legislativa, pelo desportista Carlos Guterres.


Moto Club x Seleção de Veteranos - 1974


Em matéria publicada no Jornal O Estado do Maranhão, de 28 de Março de 1974, o Moto Club de São Luís, em preparação para o Torneio Haroldo Tavares, enfrentou a Seleção de Veteranos do futebol maranhense. O Papão do Norte apresentava-se pela primeira vez em São Luís no ano de 1974, após uma fracassada campanha no Nacional do ano anterior. Antes de retornar à capital e enfrentar o selecionado formado por veteranos, na noite do dia 28 de Março, no Municipal, o rubro-negro realizou uma série de jogos amistosos pelo interior do Estado:

27.01.1974-Seleção de Arari 0x4 Moto Club
03.02.1974-Seleção de Chapadinha 2x4 Moto Club
10.02.1974-Seleção de Vitória do Mearim 0x4 Moto Club
03.03.1974-Seleção de Pinheiro 1x4 Moto Club

Feita a comunicação da FMD em caráter oficial para a Administração de Praças de Esportes, os trabalhos de recuperação da grama que vinha se processando foram interrompidas e esta manhã o campo marcado para o jogo que começará às 21 horas. Os ingressos custarão 10,00 para cadeira,5,00 para arquibancada, 3,00 geral e 2,00 populares.

No Moto ontem houve um treino depois que os dirigentes conversaram com os jogadores e convenceram o plantel a voltar às atividades com promessa de colocarem os ordenados em dia no próximo mês quando começarão os jogos do Troneio Haroldo Tavares. Foi dado um pequeno vale aos jogadores, que acabaram aceitando as ponderações da diretoria e concordaram também com o jogo hoje diante da seleção de veteranos até de muito bom grado porque sabem que qualquer que seja a renda representa receita para o clube.

Os motenses aproveitarão como novidades para a torcida rubro-negra o goleiro Edson (exFlamengo do Piauí), que está discutindo bases e vem treinando muito bem. O lateral Esteves, que era do Tiradentes, os ponteiros Lima (Sampaio) e Coelho (Ferroviário) e Zé João, o artilheiro dos últimos jogos da equipe no interior e que pertencia ao Santarém, da Segunda Divisão.

Moto – Edson; Esteves, Marins, Sérgio e A. Carlos; Gojoba e Soares; Lima, Paraíba, Zé João e Coelho.

Veteranos – Brito; Baezinho, Dias, Barros e Elias; Yomar e Barrão; Zezico, Hamilton, Nabor e Ananias. No banco ficarão Edson, Bacabal, Almir, Esmagado, Macaco e Ananias II.

Zezico e Hamilton pela Seleção de Veteranos

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Lançamento do livro do MAC na Feira do Livro de São Luís


Nesta sexta, dia 07 de Novembro, acontecerá o lançamento do livro do Maranhão Atlético Clube na Oitava Feira do Livro de São Luís, que acontece de 31 de Outubro a 09 de Novembro, no Convento das Mercês. A quem interessar, o livro será lançado no Stand da Livraria Vozes 


terça-feira, 28 de outubro de 2014

Nhozinho Santos abandonado antes da estreia do Sampaio no Nacional de 1974


Registro do Municipal com as arquibancadas encobertas pelo mato poucos dias antes da estreia do Sampaio Corrêa no Campeonato Brasileiro de 1974. Em ritmo dos mais rápidos possíveis esteve o trabalho de colocação de terra preta e a gramada de jogo do Municipal para a partida entre o Tricolor e o Flamengo (RJ), dia 10 de Março daquele ano. Até poucos dias antes, a grama tinha atingido menos de um quarto, faltando mais da metade para colocação da terra preta e os trabalhadores ainda estavam tapando os últimos buracos existentes da drenagem efetuada.

Uma turma de 200 trabalhadores estavam em atividade no campo do Municipal, 24 horas por dia, sendo que às 2 horas da madrugada a administração da praça de esportes concedeu gratuitamente uma merenda para recuperar as energias perdidas dos trabalhadores, sendo carne de boi cozida com verdura.


Hiltinho e Chiquinho no MAC na década de 80


Belo registro dos craques Hiltinho e Chiquinho com a camisa do Glorioso Maranhão Atlético Clube na década de 80. Hiltinho, ao longo da sua carreira como profissional, foi goleador por onde passou e jogou pelo Tocantins, Graça Aranha, MAC, Moto Club, Vitória do Mar, CSA, Bacabal, Araguaína, Ferroviário e Codó, este último na na metade da década de 90, quando encerrou a carreira. O craque ainda teve uma boa passagem pelo futebol belga. Já Francisco Chagas da Silva, o Chiquinho, rodou por Imperatriz, Maranhão e futebol português - Sport União Sintrense, Futebol Clube Barreirense, União Desportiva e Esporte Clube Estrela.

(foto: acervo pessoal do jogador Chiquinho)

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

VÍDEO - treinador Antônio Lopes (ex-Vasco da Gama) com a camisa e boné do Sampaio Corrêa


No Globo Esporte Nacional, os ex-jogadores Jefferson e Pinga relembram a final da Copa do Brasil de 1992 no quadro "Frente a Frente". O treinador Antônio Lopes, atualmente gerente de futebol do Atlético Paranaense e que fez carreira como treinador de Paraná, Brasil Vasco da Gama, Grêmio, Coritiba, Atlético Paranaense e outros, também participou da entrevista. Lopes, campeão da Libertadores em 1998 com o Vasco da Gama, apareceu vestindo a camisa e um boné do Sampaio Corrêa. Vale o vídeo pelo inusitado registro.




VÍDEO
 

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Desembarque dos novos jogadores do Sampaio Corrêa em 1974


Em 1974 o Sampaio Corrêa foi o representante maranhense no Campeonato Nacional, após uma campanha vergonhosa do Moto Club no ano anterior na competição. O Presidente boliviano foi ao Sul do país buscar alguns bons reforços para a competição e no dia 01 de Fevereiro de 1974 parte do elenco Tricolor desembarcou no Aeroporto do Tirirical. A seguir, deixo trechos do Jornal O Estado do Maranhão, destacando sobre a chegada dos atletas bolivianos em São Luís.

Finalmente esta tarde estarão desembarcando em nossa capital, por volta das 13h30, viajando pela VASP, o novo time do Sampaio, a equipe de maior torcida do Estado, e que será recebido com Escola de Samba, faixas, algazarra e grande parte da torcida, que realizará verdadeiro carnaval pelas principais ruas da capital com foguetes, que não serão soltados ao Aeroporto do Tirirical, devido à proibição por parte da Aeronáutica, face dos depósitos de gasolina para avião ali existentes.

Virão em companhia do Presidente Nonato Cassas o arqueiro Orlando, que iniciou a sua carreira no São Cristóvão e acabou de se formar na Portuguesa de Desportos; Arizinho, zagueiro da Ponte Grossense; Marinho, zagueiro do Coritiba; Santos, zagueiro da Portuguesa de Desportos; Lourival, meio-campo do São Paulo; Buião, ponteiro-direito do Corinthians; Lucas, ponteiro-direito do São Paulo; Silva, centroavante da Portuguesa de Desportos; Ailton, ponteiro-esquerdo do Nacional de São Paulo; Benazi, lateral-direito dos juvenis da Portuguesa de Desportos; além de treinador Alfredo González e do preparador físico Gualter Aguirre. Lorico, Marão, Nandes e Jorge Luis chegarão somente na próxima semana e Raimundo desembarcou esta semana, viajando pela Trans-Brasil. 

02 de Fevereiro de 1974






Enfrentando uma chuva miúda, mas com muita animação, milhares de torcedores do Sampaio recepcionaram ontem no Tirirical os novos jogadores da equipe boliviana contratados no Sul do país. Desde cedo vários ônibus foram colocados à disposição da torcida que às 13 horas já lotava completamente a Estação de Passageiros do Aeroporto, transformado em um improvisado salão onde, ao som de marchas carnavalescas e sobretudo do hino do clube, os torcedores faziam ruidosa manifestação à espera do aparelho da VASO. À medida que se aproximava a hora prevista para o desembarque (13:30), aumentava o número de torcedores, quase sempre identificados pela camiseta Tricolor ou pelas bandeiras que apareciam agitadas em todos os cantos pelas ruas onde mais tarde passaria o ônibus que conduzia a delegação à nova sede do clube.

À falta de um melhor serviço de orientação do trânsito, o estacionamento ficou difícil para se transformar em grande engarrafamento quando todos deixavam o aeroporto. Como havia muita gente, foi pedido um policiamento reforçado da PME, que chegou sem tempo de evitar a invasão da pista de pouso e muito menos de controlar o trânsito.

Como chegaram dois aviões da VASP ao mesmo tempo, a confusão se generalizou, já que ninguém sabia ao certo qual dos dois conduzia a delegação. Finalmente alguém gritou: “É aquele lá atrás... Lá vem eles” e foi o suficiente para que dezenas de pessoas rompessem cordões de isolamento. O avião parou cerca de cem metros da estação e com muitas dificuldades os jogadores chegaram até o ônibus, que por medida de segurança já estava estacionado na pista. Na confusão que se formou, quase ninguém se entendeu e muito menos identificou os jogadores aparentemente calmos e se esforçando para atender aos jornalistas e torcedores que conseguiram se aproximar, mas muito atento às ordens que recebiam do presidente, que recebia cumprimentos de dirigentes e companheiros do clube e se desculpava por não poder atender a imprensa, preocupado em manter sempre à vista todos os jogadores e repetia: “Lá fora nós daremos as entrevistas. Tem muita gente aqui, Olha, não deixa ninguém se separara. Todo mundo ali, o ônibus está ali”.

Os jogadores, todos trajando roupas de esporte (um ou dois cabeludos), o técnico Alfredo González, o preparador físico Gualter Aguirre e o próprio presidente embarcaram no ônibus da empresa Araguarina, que deixou a pista saindo pelo portão de serviços do aeroporto e abriu caminhos no trânsito difícil de chegar à Avenida Santos Dumont. A torcida não parou de gritar “Sampaio, Sampaio” e cantar o hino, acompanhando uma escola de samba. Os jogadores acenavam para a torcida e pareciam já mais calmos e satisfeitos com a recepção.

Não se dando por satisfeita, grande parte da torcida seguiu o ônibus organizando um cortejo que foi do aeroporto percorrendo a avenida que dá acesso à Cohab e chegando à sede do Turu. Os jogadores desembarcaram protegidos por alguns funcionários do clube e o capitão Gedeon, da PME, que com muita dificuldade conseguiu manter as portas fechadas, De instante em instante a porta era forçada e alguns jogadores conseguiam entrar. Alguns privilegiados torcedores mais ligados à torcida tinham acesso, o que aumentava a revolta dos que ficavam barrados. Um rapaz furou o cerco e entrou. Reconheceu o goleiro Orlando. Estendeu a mão e, mostrando a camisa suada, disse: “Esta é a camisa do nosso time. Você vai ver a torcida, é como a do Flamengo”.

De modo geral, a recepção ficou prejudicada pela falta de um melhor serviço de segurança e organização do tráfego. Os dirigentes do clube mostravam-se surpresos e esclareceram: “Não esperávamos tanta gente com essa chuva toda”. A confusão foi tão grande que só ao chegar na sede os dirigentes sentiram falta das bagagens. Não houve tempo para receber e somente algumas horas depois chegavam os 26 volumes dos 14 integrantes da delegação. Todos vieram para uma temporada de onze meses e com contrato assinado.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Camisa do Sampaio Corrêa


Um belíssimo exemplar de camisa do Sampaio Corrêa, da CCS. Não há informações sobre o ano, mas há indícios de que seja da primeira metade da década de 90. Vale a pena pelo registro.