sábado, 11 de janeiro de 2014

Famosos com camisas de times maranhenses

Neste espaço, deixo um registro de algumas personalidades famosas com camisas dos nossos clubes:

Jornalista Mauro Sampaio: torcedor riverino e, agora, maqueano

Lançamento do livro "Guia Turisticamente Incompleto da Europa", do Jornalista Mauro Sampaio. O evento aconteceu na noite do dia 10 de Janeiro de 2014, no Kaalli Café, em Teresina (PI). O piauiense Mauro é analista da câmara dos deputados em Brasília, além de ser editor da coluna Brasília do portal Acesse Piauí. Torcedor ranzinza do River de Teresina, Mauro acabou se rendendo às cores do MAC e se tornou também Quadricolor ao receber, do torcedor Eden Soares, a camisa do Demolidor de Cartazes. A quem interessar conhecer sobre o trabalho do jornalista Mauro Sampaio, pode acessar o site http://www.acessepiaui.com.br/brasilia




Oséas com a camisa do Sampaio Corrêa


Oséas Reis dos Santos, artilheiro por clubes como Atlético Paranaense, Palmeiras, Cruzeiro e futebol japonês, recebeu de presente do torcedor boliviano e escritos dos livro de Sampaio e Moto Club, a camisa da Bolívia Querida, durante almoço em Salvador. Oséas é declaradamente palmeirenses, mas passou a adotar um pouco das cores bolivianas






 Zeca Baleiro, um maqueano com orgulho


O músico, cantor e compositor Zeca Baleiro, maranhense e maqueano com orgulho, recebeu também dois presentes: em uma divulgação na Rádio Universidade FM, quando da promoção do seu último show em São Luis, dia 26 de Dezembro de 2013, recebeu uma linda camisa maqueana. Também, em outro encontro, para depoimento ao livro do Maranhão Atlético Clube, recebeu de presente um exemplar do livro do Papão do Norte




quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

PÔSTER - Sociedade Atlética Imperatriz (1975)

Pôster da Sociedade Atlética Imperatriz no ano de 1975, quando a equipe foi elevada à categoria de profissional, apesar de estrear na elite do futebol maranhense apenas em 1980


Divulgação do livro do Maranhão Atletico Clube - Programa Show de Bola (TV Difusora - 09.01.2013)


ASSISTA AO VÍDEO



Quer ser um patrocinador do livro do Maranhão e ganhar um agradecimento nas páginas do livro e ainda uma camisa retrô alusiva ao título de 1969? Acesse o site do livro do Maranhão e conhece as nossas cotas de patrocínio, a partir de R$ 50,00:

http://www.livrodomac.com.br/


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

PÔSTER - Sampaio Corrêa - Campeão do Torneio Início 1980


Bandeirão do Sampaio Corrêa – 18 de Agosto de 1974


O bandeirão do Sampaio aparece nos grandes jogos. Andou guardada muito tempo e quando reapareceu no jogo contra o Fortaleza, que marcada o reinício das atividades do time, acabou rasgada pelo vento. Foi ai que o diretor Biló Murad teve que ajudar a galera para a confecção de uma nova bandeira.

A bandeira da foto foi hasteada no clássico com o Moto há muito custo por uma torcida entusiasta e que vibrava tanto quanto a própria bandeira na tarde de vento forte de domingo. No fim ela acabou guardada para tristeza da mesma torcida, que cheia de esperanças a fez tremular durante noventa minutos o pavilhão do clube na esperança de uma vitória que não conseguem há dois anos.

Perdendo ou ganhando, o bandeirão voltará ao estádio, principalmente nos dias de grandes clássicos como o ocorrido no dia 18 de Setembro contra  próprio Moto, representando sempre a esperança de uma torcida que está com o grito da vitória atravessada na garganta.

 FICHA DO JOGO

Sampaio Corrêa 1x2 Moto Club
Data:
18 de Agosto de 1974
Local: Estádio Nhozinho Santos
Público: 11.628 pagantes
Juiz: Lercílio Estrela
Bandeirinhas: Wilson de Moraes Wanlume e José Salgado
Gols: Paraíba aos 18, Lucas aos 21 e Soares aos 40 minutos do segundo tempo
Sampaio Corrêa: Nei;  Maneco, Valdimir, Almir e Benazzi; Faisca, Djalma Campos e Edmilson Leite; Lucas, Adelino (Fernando Carlos) e Itamar. Técnico: Raulino Medeiros
Moto Club: Edson; Ivan, Gojoba, Esteves e Nestor; França, Soares e Santana; Lima, Paraíba e Coelho. Técnico: Marçal Tolentino Serra

Carrinho, do Ferroviário Esporte Clube, em 1969

Carrinho em ação pelo Ferrim no Estadual de 1969

Desde garoto, Carlos Alberto França Bezerra sonhava com o futebol. Queria ser jogador profissional. O caminho começou a ser traçado quando disputava a segunda divisão no Renner, time do Bairro do Monte Castelo. Já era conhecido como Carrinho. Fez testes no Ferroviário Esporte Clube, onde acabou profissionalizando-se e foi campeão estadual. Em outras três temporadas defendeu o Maranhão Atlético Clube. Encerrou a carreira aos 32 anos de idade, vestindo a camisa do São José, do bairro do João Paulo. Era um lateral esquerdo que tinha como característica chegar com extrema facilidade e de forma dura, junto aos atacantes, sem ser desleal. Rindo de seu próprio jeito, conta que “acariciava” os adversários. Por causa disso, os companheiros de clube chamavam-no de Carrinho “Carícia”.

Em 1968, o Ferroviário Espore Clube retomou as atividades como um dos grandes times do futebol profissional do Maranhão. Em um dos treinos, lá estava Carrinho com a juventude de seus 19 anos, além de muita coragem e determinação. No primeiro treino, foi marcar de cara o grande nome do time, Garrinchinha. “Ele foi um dos maiores pontas direitas que vi em toda a minha vida. Um maranhense que nos deu muitas alegrias. No treino, não dei moleza. Chegava fungando no cangote dele. Ao final do treino, Evandro Ferreira, que era o Diretor de Futebol do Ferroviário, virou-se para Garrinchinha e perguntou: e então o que achaste do garoto? Garrinchinha, na minha frente, disse: pode contratá-lo”. O sonho tornou-se realidade. Carrinho foi elevado à condição de atleta profissional de futebol. Na estreia contra o Sampaio Corrêa, ele teve que marcar Djalma Campos, o grande craque tricolor. “Menino, o homem era liso. Habilidade, tinha de sobra. Eu procurava não dar espaço pra ele. Cho que fui bem, afinal a partida acabou empatada em 1x1”.

Carrinho jogou no Ferroviário por sete anos seguidos, alternando sua participação entre os titulares e reservas das várias formações que o clube teve no período de 1968/75. A campanha de 1973 continua inesquecível. “Nesse ano fomos campeões estaduais. O nosso time era formado com Marcial, Ferreira, Alzimar, Vivico e eu; Jorge Santos, Gojobinha e Carlos Alberto; Seneguinha, Nivaldo e Ozimir. Um belo grupo. Sinto saudade desse tempo”. Ele acrescenta ainda alguns amigos mais chegados da época do Ferrim: Neguinho, Coelho, Miguel, Carioca, Antônio Carlos, Odilon, Mário e Lubumba. Enaltece também o ponta direita Euzébio, que jogou muitos anos no Maranhão Atlético Clube, com quem travava duelos sensacionais que até hoje são relembrados pelas duas torcidas.

Em 1976 transferiu-se para o Maranhão Atlético Club, onde estavam João, Tataco, Riba, Omero, Soeiro, Bite, Osni, Alcino, Dario, Neco, dentre outros. A passagem pelo MAC durou três temporadas. Por volta de 1978 esteve bem próximo de ir para o seu clube de coração, o Sampaio Corrêa. O destino não quis que ele realizasse mais esse sonho. Acabou assinando com o Vitória do Mar. Três anos depois estava no São José e, finalmente, em 1981, já com 32 anos de idade, parou de jogar profissionalmente.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Sampaio Corrêa 0x0 Moto Club - Campeonato Maranhense 1996

Relato do Superclássico do dia 12 de Maio de 1996, válido pelo Campeonato Maranhense daquele ano.


Moto e Sampaio empataram de 0 a 0 no melhor jogo do campeonato, tarde/noite de ontem no Estádio Nhozinho Santos. O clássico foi cheio de emoções, com os dois times procurando o gol a todo instante. Os goleiros Ronilson, do Sampaio, e Júnior, do Moto Club, foram os grandes destaques da partida, com defesas milagrosas e acima de tudo mostrando muita sorte.

O clássico serviu para estrear os reforços de Moto e Sampaio. No Papão, Raimudinho jogou todo o primeiro tempo. Ele foi autor de grandes jogadas, como a que fez aos 17 minutos, quando driblou toda a defesa do Sampaio e chutou com a perna direita.. Nesse lance, Ronilson, quase batido, defendeu com o pé. No rebote, Bacabal chegou atrasado e perdeu o gol.

Raimundinho, já conhecido da galera, mostrou que continua sendo um jogador talentoso e ainda com muito a dar ao futebol maranhense. Betinho, lateral-direito, dos jogadores mostrados pelo Moto, também teve grande atuação, merecendo até o prêmio de melhor jogador dado por uma emissora de rádio. Robson e Preto tiveram atuações discretas. No Sampaio, os novatos sentiram a falta de entrosamento, principalmente o meia Bira, muito escondido no jogo. Paulo Campos, na zaga, mostrou ser um beque muito firme. Wellington Silva e Ronaldo também agradaram. 

O placar de 0 a 0, mesmo o Moto sendo ligeiramente melhor no primeiro tempo, terminou sendo o resultado mais justo para o clássico, pelas oportunidades criadas e desperdiçadas pelos dois times.

 Mauro, do Moto, disputa com Valbson, do Sampaio, observado por Betinho, apontado como o melhor jogador da partida

 Raimundinho, grande destaque do clássico, faz jogada fenomenal, driblando toda a defesa do Sampaio, no melhor lance do jogo

 Lance do jogo

FICHA DO JOGO

Sampaio Corrêa 0x0 Moto Club
Data:
12 de Maio de 1996
Local: Estádio Nhozinho Santos
Juiz: Antônio Araújo Ribeiro
Bandeirinhas: Marcelo Filho e José Ribamar Melônio
Público: 4.264 pagantes
Renda: R$ 16.150,00
Sampaio Corrêa: Ronilson; Dudê, Toninho, Paulo Campos e Wellington; Vado, Orlando e Valbson (Ronaldo); Wagner Paulista (Vagner Luís), Wellington e Bira (William). Técnico: Edmilson Gomes da Silva
Moto Club: Junior; Betinho, Robson, Nilson e Preto; Touro, Mauro e Raimundinho (Ricardo Lemos); Mael, Bacabal (Gil) e Alexandro. Técnico: Rosclin Serra

 

Expressinho 1x0 Maranhão - Campeonato Maranhense 1980

Texto extraído do Jornal O Estado do Maranhão, relatando a vitória do Expressinho, em sua primeira participação na elite do futebol maranhense, sobre o Maranhão Atlético Clube:


O Expressinho aprontou a primeira grande “zebra” do Campeonato de 80, surpreendendo o Maranhão ontem à noite no estádio Municipal e ganhando o campeão da cidade por 1 a 0, gol marcado aos 39 minutos do segundo tempo por intermédio do centro-avante Brígido, depois de um contra-ataque puxado pelo ponteiro esquerdo Airton.
O time atleticano fez uma partida bastante ofuscada, onde nem o futebol de toque de bola de Soeiro e Palmir e nem o futebol força de Badu e Alcino resolveram a parada, encontrando sempre bem colocada a defesa do “Furacão”, sob o comando do veterano Neguinho.


A rigor, o Expressinho teve as melhores oportunidades do jogo e pode ser considerado dos mais justos o seu triunfo de ontem a noite, pois em momento algum foi um time retrancado, se bem que cauteloso no setor de retaguarda.


O Maranhão teve a seu favor duas bolas atiradas contra a trave, sendo que na primeira numa cabeçada do centro-avante Riba, Juca Baleia já estava completamente batido e na segunda vez com Riba, desta feita por volta dos 42 minutos do segundo tempo numa cobrança de falta com o arqueiro do Expressinho espalmando de encontro ao travessão num lance em que muita gente diz que a bola chegou a entrar.


Enquanto esteve com o chamado futebol de toque de bola, com a presença de Soeiro e de Noé, o Maranhão até que tentou criar bolas jogadas, mas a coisa se complicou quando passou a adotar o que Antoninho chama de futebol força, com a entrada de Badu e Alcino.


Com o triunfo, o Expressinho passa para a vice-liderança do primeiro turno ao lado do Sampaio, somando agora 3 pontos positivos, permanecendo o moto Club no primeiro posto com 4 pontos ganhos.


O jogo de ontem foi dirigido por Roberto Castro, que finalmente realizou uma bom trabalho, sendo auxiliado nas laterais por Francisco Sousa e Osvaldo Pestana. O centro-avante Alcino foi expulso de campo aos 40 minutos do período complementar em virtude de uma entrada desleal em cima do meia Zé Augusto.  

 Lance do jogo

FICHA DO JOGO

Expressinho 1x0 Maranhão
Data:
21 de Agosto de 1980
Local: Estádio Municipal Nhozinho Santos
Juiz: Roberto Castro
Bandeirinhas: Francisco Sousa e Osvaldo Pestana
Gol: Brígido aos 39 minutos do segundo tempo
Expressinho: Juca Baleia; Simão, Neguinho, Ferreira e Jorge; Ivo, Genésio e Zé Augusto; Fumanchu, Brígido (Valtinho) e Airton.
Maranhão: Dorival; Mendes, Paulo Fraga, Tataco e Breno; Zé Krol, Riba e Soeiro (Badu); Palmir, Noé (Alcino) e Serginho

PÔSTER - Bacabal Esporte Clube - Campeão Maranhense 1996


PÔSTER - Bacabal Esporte Clube - quinto colocado Campeonato Maranhense 1975