Neste post deixo os vídeos com os gols das duas partidas entre Sampaio Corrêa e Deportes Quindio da Colômbia, pela Copa Conmebol 1998 (o primeiro confronto internacional do Sampaio Corrêa de forma oficial).
DEPORTES QUINDIO 0X1 SAMPAIO CORRÊA (JOGO DE IDA)
SAMPAIO CORRÊA 1X0 DEPORTES QUINDIO (JOGO DE VOLTA)
Neste post, deixo em vídeo os dois confrontos entre Sampaio Corrêa e Botafogo de Ribeirão Preto pelo Campeonato Brasileiro da Série B em 1998. O primeiro jogo foi realizado no dia 23 de agosto daquele ano, no Castelão; a segunda partida, no dia 12 de setembro, no Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto. E nas duas partidas o Botafogo venceu pelo mesmo placar, 2 a 0.
Belíssimo registro do grande craque Adílio, em sua breve passagem pelo Bacabal, em 1995. O blog Futebol Maranhense Antigo deseja sorte ao grande e eterno ídolo, que está em situação grave por conta de um câncer.
Neste post deixo aqui as sete primeiras entrevistas do Podcast "Memórias do Futebol Maranhense Antigo" no Spotify - caso queira ouvir pelo YouTube, clique AQUI.
Quinze a um. Foi esse o placar agregado da derrota sofrida pelo São Raimundo-RR para o Sampaio Corrêa-MA na primeira fase da Copa Norte de 1998. No jogo de ida em Boa Vista, o Mundão levou 5 a 1. Fora de casa, em São Luís, a derrota foi ainda maior: 10 a 0. Com o resultado, o time roraimense foi eliminado da competição, para a qual se classificou por ter sido vice-campeão estadual de 1997. Do outro lado, a Bolívia Querida era a atual campeã da Série C, antiga última divisão do futebol brasileiro. Depois da goleada sobre o Mundão, o Sampaio eliminou o Ypiranga-AP nas semifinais e, na decisão, derrotou o São Raimundo-AM e foi campeão daquela edição, garantindo vaga para a primeira competição internacional de sua história, a Copa Conmebol, extinta em 1999.
Pelo jogo de ida, o São Raimundo abriu o placar aos 2 minutos, com o atacante Chulapa, para delírio da torcida. Mas aos 4, Carlos Alberto igualou o marcador. O Sampaio Corrêa virou aos 18, com Paulinho, e ampliou aos 28 (mais um de Carlos Alberto) e aos 43 (mais um de Paulinho). Júnior, aos 23 do segundo tempo, completou a goleada da Bolívia Querida, que encaminhava a vaga nas quartas de final. A partida atraiu um dos maiores públicos da história do estádio Canarinho: entre 7,5 mil e 9,5 mil, segundo o radialista Adílio Bezerra, que sugeriu ao governo do estado a realização do jogo com portões abertos. O número também se explica pela expressiva população vindo do Maranhão para morar em Roraima, e que torcia para o Sampaio.
Organizada pela CBF, a Copa Norte foi realizada de 1997 a 2002 e reunia clubes da região (exceto o Tocantins), além dos estados do Maranhão e do Piauí. O campeão se classificava para a Copa Conmebol (até 1999) e para a Copa dos Campeões (2000 a 2002).
VÍDEO DA GOLEADA
FICHA DO JOGO
São Raimundo/RR 1x5 Sampaio Corrêa Data: 06 de março de 1998 Local: Estádio Canarinho, em Boa Vista-RR Árbitro: Washington José Alves Sousa (AM) Bandeirinhas: Luiz Vasco e Martins Carlos Cartões amarelos: Sousa, Derley, Vílson, Jairo, Messias e Chulapa (São Raimundo); Cristiano, Borçato e Júnior (Sampaio Corrêa) Gols: Chulapa aos 2, Carlos Alberto aos 4 e aos 28, e Paulinho aos 18 e aos 43 minutos do primeiro tempo; Júnior aos 23 minutos do segundo tempo. São Raimundo/RR: Beto Gordo; Gean, Brás, Sérgio (Carlinhos) e Sousa (Derley); Vílson, Jairo, Chiquinho (Toinho) e Messias; Marquinho e Chulapa. Técnico: Edmundo Rodrigues Sampaio Corrêa: Nando; Paulinho, Remerson (Osvaldo), Oliveira e Cristiano; Borçato (Hamílton Gomes), Gelson, Carlos Alberto e Válbson; Carlos Henrique (Jurandy) e Júnior. Técnico: Sérgio Ramirez
O Sampaio tirou na noite do dia 19 de maio de 1979 qualquer chance do Tupan de ser campeão maranhense daquele ano e ao mesmo tempo conseguir ampla reabilitação nos 2 a 1 sofridos no quarto turno, ao vencer seu adversário por 4 a 0, desforrando-se amplamente da última derrota acontecida para o clube dirigido por Pedro Duarte.
O triunfo boliviano foi por demais justo, porque a equipe jogou superior durante os 90 minutos de espetáculo, notando-se um Tupan muito preso na defesa, para não perder de muito e mesmo tendo sofrido o primeiro gol aos 9 minutos de jogo, não soltou-se uma vez sequer para o ataque, dando uma demonstração de que não queria vencer, mas apenas perder de pouco, ou se suceder a vitória em um lance de pura sorte. Mesmo com o ditado de que “perdendo por m, perdendo por cem”, o Tupan não se arriscou em tentar o empate e acabou sofrendo o segundo gol a 1 minuto da etapa final, terminando com qualquer possibilidade que poderia ter em busca de uma igualdade, já que estava difícil àquelas alturas dos acontecimentos.
Depois disso, nada mais se viu em campo, a não ser um completo domínio Tricolor, até chegar ao terceiro gol, por Edésio, e ao quarto, com Bimbinha.
FICHA DO JOGO
Sampaio Corrêa 4x0 Tupan Local: Estádio Nhozinho Santos Renda: Cr$ 46.270,00 Público: não divulgado Juiz: Nacor Arouche Bandeirinhas: Gildásio Lélis e Braga Neto Sampaio Corrêa: Crésio; Zé Alberto, Jorge, Paulinho e Cabrera; Rosclin e Edésio; Prado, Adeilton, Cabecinha e Bimbinha Tupan: Jailson; Isaías, Jorge Luís, Gonçalves e Tomé; Ivo e Nascimento; Sterferson Pedro, Evandro e Airton
O blog "Futebol Maranhense Antigo" presta uma homenagem a um dos maiores craques do nosso futebol, DJALMA CAMPOS, falecido há quase 15 anos. O eterno craque do Sampaio Corrêa faleceu de infarto na madrugada do dia 6 de agosto de 2009, aos 63 anos. Ele sentiu-se mal em casa, após o jogo IAPE x Sampaio, realizado na noite anterior, no Nhozinho Santos. Foi levado ao Hospital UDI, onde veio a falecer.
Deixo aqui um belo texto do jornalista Biguá, publicado em seu blog no Imirante. Abaixo também deixo o áudio da última entrevista do Djalma Campos em vida (no programa Jogo Aberto, da Rádio Mirante AM, alguns meses antes do seu falecimento). E neste LINK aqui, tem uma postagem que fiz recentemente aqui no blog, exaltando o que foi Djalma Campos nos gramados, com o áudio do samba enredo "Missão cumprida, a estrela brilha no universo da alegria", de 2011 da Flor do Samba, que homenageou o eterno craque boliviano.
DJALMA CAMPOS
Nas décadas de 1960/70 foi o dono da camisa 8. Em campo levantava a torcida tricolor, quando dava dribles desconcertantes nos adversários ou armava jogadas infernais, que muitas vezes culminavam em gols. Era considerado por muitos como o maior craque maranhense de futebol. Djalma Campos era de uma timidez peculiar. Quando atleta só não passou despercebido porque simplesmente era o ‘fino da bola’ como meia direita. Em campo levava a torcida do Sampaio Corrêa ao delírio quando dava dribles desconcertantes nos adversários ou armava jogadas infernais, que muitas vezes culminavam em gols. Um ídolo, que até hoje é lembrado pela geração que o viu jogar. Ele pertencia a uma família boliviana (torcedor do Sampaio) de carteirinha. Nasceu em Viana e veio de lá ainda pequeno, pois a família Campos se mudara para o Desterro. Com cerca de 12 anos, demonstrando muita habilidade com a bola, seu pai, Djalma Gomes Campos, só pensava no filho jogando no Sampaio. Mas no começo da carreira profissional quis o destino outra trajetória ao garoto. As primeiras peladas foram no campo de piçarra em frente à igreja do Desterro, ao lado de outros craques como Santana, João Bala, Jovenilo e às vezes Fifi. Jogou depois no São Cristóvão, no Santos e Botafogo do Anil (do “seu” Chuva) e lógico, no 2º quadro do Esporte Clube Desterro, que o pai dele dirigia. Sempre junto, o quinteto do bairro jogava por música. Era como se um entendesse o pensamento do outro, de tanto que davam certo em campo. O goleiro Campos, querendo vê-los no Maranhão Atlético Clube – MAC, apresentou-os ao técnico Calazans, que nem se dignou a assisti-los jogando. Foram para o Graça Aranha e lá atuaram por um bom tempo. Por volta de 1965, quando Antônio Bento Farias (já falecido) vendeu quase todo o time profissional do Sampaio, Djalma foi convidado a sentar no banco. Entrou no 2º tempo e deu um show com a incrível habilidade que tinha, herança dos jogos de futsal, que aconteciam na quadra do Quartel da PM, onde hoje é o Convento das Mercês.
Simples, habilidoso, inteligente e líder natural, já chamava a atenção dos dirigentes. Só que em 1968 o paraense Guido Bettega foi mais esperto: comprou o passe dele e deu de presente ao Moto. A família inteira de Djalma virou-lhe as costas. Querendo acima de tudo se firmar na profissão, o craque jogou muito bem a temporada e levou o Moto a ser tri-campeão estadual e campeão do Norte. O time era formado com Vila Nova; Paulo, Alzimar, Alvim da Guia e Corrêa; Ronaldo e Santana; Djalma e Amauri; Pelezinho e Ribamar. Em 1969 o Moto perdeu o título para o Maranhão Atlético Clube. O Sampaio, que não ia bem na disputa do Nordestão, pediu emprestado Djalma. Finalmente vestindo a camisa tricolor, o meia direita, já com 23 anos, encantou a torcida e os dirigentes. Quando Guido Bettega deu-lhe passe livre, ele foi imediatamente chamado para integrar o Sampaio. Era a época dos dirigentes José Carlos Macieira, Humberto Trovão, Ari e Zé Barbosa .O presidente Rupert Macieira, que substituía Walter Zaidan, resolveu montar o “Sampaio Setentão”. Contratou o técnico paraibano Edésio Leitão. Djalma finalmente resolveu encarar o profissionalismo com mais determinação. Passava a andar em casa de chuteiras para se adaptar. Após os treinos ficava sozinho cobrando faltas e aperfeiçoando seus chutes. O resultado não podia ser outro. Em campo levava a torcida à loucura, principalmente com suas jogadas de futsal, sua maior “escola”. Mesmo com tanta aplicação, o título foi novamente para o Maranhão Atlético Clube, bi-campeão Estadual. Com o nome já consagrado concorreu às eleições para vereador e assumiu a Câmara Municipal com mais de 2,5 mil votos. Em 1971 passou a dividir suas atenções entre a vida parlamentar e a de jogador.
Logicamente pesavam mais as atividades do campo de futebol. Mesmo com um timaço, que tinha Roberto, Edimilson Leite, Gojoba e Pelezinho, o Ferroviário foi o campeão maranhense. Em 1972 Djalma era o maior ídolo tricolor. A diretoria boliviana se preparou para jogar o Brasileirinho. Tendo a união como principal característica, o time foi campeão jogando com Jurandir; Célio Rodrigues, Neguinho, Nivaldo e Valdecy Lima; Gojoba e Edmilson Leite; Lima, Djalma, Pelezinho e Jaldenir. Técnico: Marçal Tolentino Serra. A pedido da diretoria e da torcida, entrou numa briga para ver quem tinha mais votos para vereador: Djalma (Sampaio) ou Faísca (Moto). Foi reeleito com cerca de 4,5 mil votos contra 3,1 mil de Faísca. Aproveitando o time campeão do Brasileirinho, o Sampaio partia para a disputa do título estadual. Na decisão contra o Moto um contratempo. O goleiro Jurandir pediu dispensa e Campos estava doente. O atacante Zezé entrou improvisado no gol. Na linha estavam Ferreira, Neguinho, Nivaldo e Eraldo (Valdecy); Gojoba e Edmilson Leite; Lima, Djalma, Pelezinho e Jaldeny (Vamberto). O empate em 1 x 1 deu o título ao tricolor de São Pantaleão. Em 1973 o Sampaio parou. No ano seguinte concorreu a um mandato de deputado estadual e foi o terceiro mais votado com quase 14 mil votos. Nesse mesmo ano o tricolor ia ao Campeonato Nacional com um excelente time, que tinha Orlando (Portuguesa); Marinho (Paraná), Moraes (bi-campeão pelo Cruzeiro), Raimundo e Santos (Portuguesa), Lourival (sudeste), Sérgio Lopes (Curitiba), Buião (Atlético MG), Dionísio (Flamengo), Ailton (S.Paulo) e Djalma. Técnico: Alfredo Gonzalez. Preparador Físico: Gualter Aguirre. Vencendo em São Luís do Vasco (2 x 0), do Botafogo (2 x 0), do Fluminense (3 x 1) e do América (1 x 0) , não se classificou porque perdeu todos os jogos disputados fora. O craque só voltou aos campos no final de 1975, quando já estava na presidência do Sampaio. Isso porque praticamente às vésperas da decisão o meia Joel adoeceu e como o técnico Rinaldi Maya não tinha substituto, Djalma não pensou duas vezes. Entregou o posto a Chafi Braid e voltou a jogar, levando o time a conquistar o campeonato estadual. Na decisão contra o Moto o Sampaio venceu de 1 x 0 (gol de Acy), quebrando um tabu de dois anos e 11 meses sem vitória sobre o time rubro-negro. Em 1976 Djalma não jogava mais. Reassumiu o posto de presidente. O Sampaio foi bi-campeão maranhense. Participando do Campeonato Brasileiro, o clube tinha como técnico Djalma Santos. Quando foi jogar no Rio de Janeiro, o técnico falou mal do trabalho desenvolvido pelo clube. Foi demitido lá mesmo. Com a má campanha do time (derrotas de 5 x 0 para o Volta Redonda e 7 x 1 para o Flamengo), Djalma Campos assumiu os ônus e apresentou sua renúncia. Em 1978 voltou a concorrer a reeleição de deputado estadual, mas não venceu.
Djalma era um atleta completo. Além de se dedicar inteiramente à prática desportiva, não fumava e não ingeria nenhuma bebida alcoólica. A habilidade que mostrava nos campos de futebol foi adquirida nas quadras de futebol de salão. Desde garoto, com cerca de 16 anos, já se sobressaia no Atenas. Quando o Sampaio montou sua equipe juvenil, ele foi convidado a fazer parte dela. Era a época de times como Vitex, Elmo, Flamengo (Monte Castelo), Real Madri e ainda o Drible. Em 68, já como profissional, convidado a jogar pelo Drible, disputou a Copa Brasil com o nome do irmão Delmar. O time não teve tempo de se preparar e perdeu todas. Djalma fez a parte dele. Tanto que foi considerado o melhor jogador da competição. Ele foi incomparável com a bola pesada no pé. Um verdadeiro craque, daqueles que jamais dava um chutaço. Em compensação desmoralizava os goleiros com colocadas geniais. Apesar de ter marcado inúmeros gols, sua maior preocupação era armar as jogadas para outros artilheiros. Muitos técnicos e ex-jogadores comentam que mesmo sendo hoje, com o vigor físico sendo uma característica dos atuais atletas, Djalma jogaria em qualquer grande equipe do país, porque teve como maior qualidade a inteligência.
DEPOIMENTOS DE QUEM CONVIVEU COM DJALMA
“Tive o desprazer de barrar Djalma no início de sua carreira como jogador, mas pude conviver anos depois com ele no Sampaio. Foi um grande jogador, grande amigo, excelente caráter, determinado técnica e taticamente. Uma pessoa, ímpar, que nasceu numa época errada. Se fosse num grande centro teria sido o 7 da seleção brasileira. A humildade era sua característica principal. Nunca humilhava ninguém, dentro e fora de campo." (Eudes Calazans de Jesus. Funcionário público. Ex-atleta do Moto e Mac e ex-técnico do MAC)
“Ele foi um Gênio com a bola nos pés. O melhor dentre os maranhenses que vi jogar. Grande amigo, humilde, extremamente profissional e que tinha o respeito de todos: imprensa, atletas, dirigentes, políticos e amigos. Foi um político dedicado. Defendeu o esporte e os atletas na Câmara Municipal e Assembléia Legislativa. Foi um Presidente do Clube que administrou sozinho. O Sampaio não tinha recursos quando foi Presidente. Caso tivesse as condições que o atual Presidente tem hoje, teria feito uma grande administração. Eu era fã incondicional dele." (Chafi Braide. Funcionário público aposentado. Ex-Presidente do Sampaio Corrêa)
“Djalma foi extraordinário. Um estilista de toque refinado, primoroso. Um dos melhores da época dele. Insuperável no futebol de salão, foi incomparável no meio de campo do futebol como armador. Era inteligente, disciplinado, educado, como poucos que passaram por aqui. Além de tudo recebia indistintamente todo mundo, principalmente a imprensa. Nunca foi capaz de dar uma declaração que menosprezasse uma equipe ou um colega adversário. Foi ímpar.” (Herberth Fontenelle Filho. Radialista, jornalista, comentarista da Rádio Mirante. Ex-Presidente da Fundação Municipal de Esportes e Ex-Secretário Adjunto da Sedel)
“Djalma foi um jogadores fora de série do futebol e futsal maranhense, daqueles que se tornava atração. A torcida ia a campo para vê-lo. Fintava e driblava como ninguém. Numa aposta, o zagueiro Marins, ex- Flamengo do Piauí, que ia estrear no Moto, disse que Djalma não o driblaria. Djalma foi para a linha de fundo e deu três fintas seguidas no Marins. A torcida do Sampaio foi a loucura. Era tão “gente fina” que até os adversários o respeitavam.” (Silvio Carlos Gonçalves, Engenheiro, torcedor do Sampaio).
DJALMA CAMPOS - ENTREVISTA NO PROGRAMA JOGO ABERTO, DA RÁDIO MIRANTE AM (06 DE AGOSTO DE 2009)
Belo registro em fotos e áudio do encontro amistoso entre Sampaio Corrêa e Santa Cruz, como preparação do Tricolor para as disputas da Série C de 1997. Era o décimo quarto jogo amistoso do Sampaio como preparação para o Brasileiro - havia enfrentado o Maranhão, Bacabal, Imperador de Dom Pedro, Parati de Cedral, Náutico do São Francisco, Americano da Cohab, Cruzeiro da Ilha e as seleções de Viana, Vitória do Mearim, Guimarães, Barra do Corda, Pindaré e Parnaíba do Piauí.
FICHA DO JOGO
Sampaio Corrêa 1x1 Santa Cruz/PE Data: 24 de agosto de 1997 Local: Estádio Castelão Renda: não divulgada Público: 10.302 pagantes Juiz: Nacor Arouche Bandeirinhas: Geraldo Santos e Roberth Charles Gols: Marquinhos Paraíba (pênalti) as 24 e Serginho (pênalti) aos 30 minutos do segundo tempo Sampaio
Corrêa: Geraldo; Erly, Gelásio, Ney e Marco Antonio Cipó (Toni);
Toninho, Luís Almeida e Nenê (Ricardo); Marquinhos Paraíba (Hamilton
Gomes), Cal e Adãozinho. Técnico: Pinho Santa Cruz/PE: Isaías; Robson
(Paulo Andrade), César, Paulo Marcelo e Heraldo (Alexandre); Marcélio,
Alberto e Sousa (Silvano); Biliu, Jacaré (Michael) e Serginho. Técnico:
Fito Neves