Vídeo do jogo Sampaio Corrêa 2x1 Tupan, pelo Campeonato Maranhense de 1988, no Estádio Nhozinho Santos. Imagens do programa Maranhão TV.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
Sampaio conseguiu mais dois pontos - derrotou ontem o Vitória por 4 a 1 (1979)
Matéria publicada em "O Estado do Maranhão", 01/09/1979
O Sampaio Corrêa conseguiu igualar-se em pontos ganhos ao Maranhão ao derrotar o Vitória do Mar, ontem à noite, por quatro tentos a um. O Tricolor não realizou um bom primeiro tempo, não porque encontrasse um adversário bastante difícil e sim porque naturalmente com a vontade de vencer o espetáculo, se perturbou dentro de campo, perdendo várias chances de abrir o marcador. Isso em parte beneficiou o Vitória do Mar, que passou a encostar no Sampaio, fazendo com que as coisas se complicassem cada vez mais.
No intervalo do jogo, o técnico Paraíba chamou a atenção dos seus comandados sobre a maneira desordenada como estavam se portando dentro de campo e se preocupassem em jogar normalmente, explorando as pontas que o gol poderia sair. Na verdade, faltava a orientação para que o Sampaio encontrasse o caminho do gol. Ele saiu logo no começo da segunda etapa, através do artilheiro Cabecinha, na cobrança de penalidade máxima. Foi o suficiente para desordenar a equipe do Vitória do Mar. Novamente Cabecinha, em seguida Jorge Travolta e Adeilton, completaram o marcador em favor do Mais Querido.
Quase todos os jogadores do Vitória do Mar, ao final do jogo, reclamaram da arbitragem de Francisco Sousa. Foi a sexta partida da equipe dirigida pelo juiz. Entretanto, as falhas do árbitro praticamente não influíram no placar porque o Sampaio esteve bem melhor no segundo tempo. Os bandeirinhas foram Braid Ribeiro e Salomão Dantas, ambos com regular desempenho. O Sampaio venceu e parte decididamente para a conquista do campeonato com Crézio; Zé Alberto, Jorge, Paulinho e Cabreira; Rosclina, Adeílton e Edézio (Luis Alberto); Prado, Cabecinha e Bimbinha; Vitória do Mar com Nogueira; Tales, Neguinho (Léo), Pedro e Alex; Severo, Elias e Genésio. Allan, Gentil (Joãozinho, autor do gol vitoriense) e Luisinho.
Podcast "Memórias do Futebol Maranhense": HAMILTON SADIAS CAMPOS (05/01/2018)
No ar o primeiro Podcast "Memórias do Futebol Maranhense". E o primeiro é
com um dos maiores nomes do passado do futebol do Maranhão, o
ex-jogador Hamilton Sadias Campos (entrevista gravada no dia 12 de
Fevereiro de 2002). Hamilton é paraense de Pesqueira e iniciou a
carreira nos juvenis da Tuna Luso de Belém. Em seguida passou pelo
Ferroviário/MA, Santa Cruze de Recife, Moto Club e Maranhão. Hamilton é
um dos maiores artilheiros do futebol brasileiro, com 499 gols oficiais,
embora extraoficialmente ele fez mais de 1 mil gols
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
VÍDEO - Entrevista com o presidente França Dias, do MAC
Hoje o Blog Futebol Maranhense Antigo traz a boa entrevista que o Presidente França Dias, do Glorioso Maranhão Atlético Clube, concedeu ao Esporte Guará, da TV Guará. O titular deste blog, Hugo Saraiva, aliás, é um assumido fã do trabalho dele e de muitos outros abnegados que dedicam boa parte do seu tempo a manter de pé a história e a tradição do Bode Gregório. Sobre o seu França, aliás, deixo aqui um trecho sobre a sua vida, transcrita no livro "Salve, Salve, meu Bode Gregório: a História do Maranhão Atlético Clube".
França Dias
França Dias, um Presidente campeão: Até a década de 1990, o Maranhão teve um grupo de bons presidentes e dirigentes, como Valério Monteiro, José de Moraes Rêgo, o dr. Olímpio Guimarães, Carlos Mendes, entre outros. Um, porém, destacou-se pela coragem e ousadia, principalmente nos momentos de maior dificuldade e descrédito do time frente a sua torcida. Francisco Carlos Pinto Dias, o França, foi o comandante do tricampeonato maqueano nos anos de 1993/94/95, ao lado de outros abnegados na época, como Raimundo Silva, Carlos Mendes, Elinaldo Baldez, Evandro Marques, Felipe Sá Neto, Amim Quemel, Robson Vasconcelos, Evandro Marques e tantos outros que faziam parte da nova geração de dirigentes do clube.
Filho do desportista, abnegado e atleticano Napá, França chegou ao MAC em 1991, convidado pelo Presidente Olímpio Guimarães e pelos diretores Antônio Carlos e Evandro Marques, para trabalhar, inicialmente, nas divisões de base, onde foi colaborar nos times de júnior e juvenil, sagrando-se vice-campeão. No ano seguinte, 1992, com a saída de Evandro Marques, foi convidado a assumir como Diretor de Futebol do time profissional. Na época, indicou jogadores como Jackson (meia) e Clemer (goleiro), ambos com posteriores passagens pela Seleção Brasileira. Mais uma vez o vice-campeonato, agora profissional, com a contratação do treinador Rosclin Serra, ex-zagueiro do Sampaio Corrêa na década de 1980.
Em 1993, ele foi convidado a participar como vice-presidente na chapa de Olímpio Guimarães, que, após ter sido eleito com quatro meses, renunciou. França Dias, então, assumiu o Conselho Diretor. O MAC, após 13 anos sem conquistar um título Estadual, sagrou-se Campeão Maranhense no profissional, juniores e juvenil. Em 1994, o trabalho continuou, mais uma vez com o apoio de Carlos Mendes, Robson Vasconcelos, Amin Kamel e do próprio Evandro. O esforço valeu a pena: no final, o MAC, sob o comando do treinador Arnaldo Lira, fazia a festa e ficava com o título de bicampeão profissional e de juniores, tendo à frente o ex-jogador Roberto Oliveira.
Em 1995, França Dias permaneceu como Presidente graças à prorrogação do mandato, até o mês de Agosto e no final da temporada mais um título era conquistado, o tricampeonato, tanto nos profissionais como nos juniores. Conquistou o tri daquela temporada e, no ano seguinte, o Maranhão passou a ser comandado por uma junta que tinha como Presidente Carlos Mendes e o próprio França, este último mais uma vez convidado a assumir como Diretor de Futebol. O MAC acabou eliminado do Estadual pelo TJD da FMF, mas os juniores mais uma vez foram campeões. França Participou do Departamento de Futebol do clube entre 1997 e 1998. Afastou-se por um tempo, mas retornou e ajudou na conquista dos títulos em 1999, 2007 e 2013, sempre atuante em todos os momentos do Maranhão, principalmente nos bastidores.
Filho do desportista, abnegado e atleticano Napá, França chegou ao MAC em 1991, convidado pelo Presidente Olímpio Guimarães e pelos diretores Antônio Carlos e Evandro Marques, para trabalhar, inicialmente, nas divisões de base, onde foi colaborar nos times de júnior e juvenil, sagrando-se vice-campeão. No ano seguinte, 1992, com a saída de Evandro Marques, foi convidado a assumir como Diretor de Futebol do time profissional. Na época, indicou jogadores como Jackson (meia) e Clemer (goleiro), ambos com posteriores passagens pela Seleção Brasileira. Mais uma vez o vice-campeonato, agora profissional, com a contratação do treinador Rosclin Serra, ex-zagueiro do Sampaio Corrêa na década de 1980.
Em 1993, ele foi convidado a participar como vice-presidente na chapa de Olímpio Guimarães, que, após ter sido eleito com quatro meses, renunciou. França Dias, então, assumiu o Conselho Diretor. O MAC, após 13 anos sem conquistar um título Estadual, sagrou-se Campeão Maranhense no profissional, juniores e juvenil. Em 1994, o trabalho continuou, mais uma vez com o apoio de Carlos Mendes, Robson Vasconcelos, Amin Kamel e do próprio Evandro. O esforço valeu a pena: no final, o MAC, sob o comando do treinador Arnaldo Lira, fazia a festa e ficava com o título de bicampeão profissional e de juniores, tendo à frente o ex-jogador Roberto Oliveira.
Em 1995, França Dias permaneceu como Presidente graças à prorrogação do mandato, até o mês de Agosto e no final da temporada mais um título era conquistado, o tricampeonato, tanto nos profissionais como nos juniores. Conquistou o tri daquela temporada e, no ano seguinte, o Maranhão passou a ser comandado por uma junta que tinha como Presidente Carlos Mendes e o próprio França, este último mais uma vez convidado a assumir como Diretor de Futebol. O MAC acabou eliminado do Estadual pelo TJD da FMF, mas os juniores mais uma vez foram campeões. França Participou do Departamento de Futebol do clube entre 1997 e 1998. Afastou-se por um tempo, mas retornou e ajudou na conquista dos títulos em 1999, 2007 e 2013, sempre atuante em todos os momentos do Maranhão, principalmente nos bastidores.
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Sampaio Corrêa em 1990
Belo registro de uma das formações do Sampaio Corrêa campeão maranhense em 1990. Na foto vemos, dentre outros, o xerifão Rosclin Serra e o sempre goleador Bacabal, que fez fama no Moto Club de São Luís, mas levantou dois títulos estaduais (1990/91) pela Bolívia Querida.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Djalma: 14 anos ganhando titulos no Sampaio Corrêa
Belo registro da matéria, de 12 de Novembro de 1974, do Jornal O Estado do Maranhão, sobre a carreira do craque Djalma Campo com a camisa do Sampaio Corrêa. O texto foi adaptado e alguns dados devidamente revisados e atualizados.
Com uma distensão muscular que o afastou do jogo de domingo contra o Ferroviário, Djalma dos Santos Campos assistiu a partida do banco dos reservas. Calmo como sempre, não perdeu a serenidade nem mesmo quando no final do jogo viu a sua equipe sair derrotada e perdendo ali a oportunidade de continuar lutando pelo turno de classificação. Nos vestiários, teve uma palavra de conforto para os companheiros de equipe, mas não conseguia esconder sua decepção. Desde os primeiros minutos da partida, o torcedor boliviano começou a sentir sua falta. A falha do time estava justamente ali no meio-campo. Faltava o futebol simples, habilidoso e inteligente de Djalma. Faltava o líder que ele sabe ser dentro e fora de campo. A torcida começa a compreender e a aceitar sua ausência no gramado porque sabe que Djalma, fora de campo, tem também dado nos últimos anos uma colaboração muito grande ao clube e agora já se prepara para arquivar as chuteiras e passar definitivamente a dirigente.
Desde 1962, quando começou nos juvenis, o Sampaio tem feito parte da sua vida e agora que a cada ano tem sido mais difícil encontrar o dirigente certo, a torcida boliviana já se manifestou a favor de sua candidatura para Presidente em Janeiro. Eleito duas vezes Vereador mais votado da cidade pela torcida do Sampaio, agora Djalma está preiteando um cargo na Assembleia. Se chegar lá, como espera, o Sampaio vai ganhar um Presidente que gosta do clube, é grato à sua torcida com amplas condições de repetir na administração o que conseguiu nos campos ao longo destes 14 anos e 28 títulos. A história completa da carreira de Djalma resume a vida de um dos maiores craques do nosso futebol, com 282 partidas pelo Sampaio e 120 vitórias.
Desde 1962, quando começou nos juvenis, o Sampaio tem feito parte da sua vida e agora que a cada ano tem sido mais difícil encontrar o dirigente certo, a torcida boliviana já se manifestou a favor de sua candidatura para Presidente em Janeiro. Eleito duas vezes Vereador mais votado da cidade pela torcida do Sampaio, agora Djalma está preiteando um cargo na Assembleia. Se chegar lá, como espera, o Sampaio vai ganhar um Presidente que gosta do clube, é grato à sua torcida com amplas condições de repetir na administração o que conseguiu nos campos ao longo destes 14 anos e 28 títulos. A história completa da carreira de Djalma resume a vida de um dos maiores craques do nosso futebol, com 282 partidas pelo Sampaio e 120 vitórias.
Djalma em ação no Superclássico
Jogadores do Moto parabenizam Djalma pela sua eleição a Deputado
Iniciou a sua carreira futebolística no juvenil do Sampaio Corrêa em 1962, onde permaneceu até 1967, jogando também nos aspirantes e em algumas partidas na equipe principal nesse período e levantou os seguintes títulos: campeão juvenil em 1962/63/64; bicampeão de aspirantes em 1966/67. Findo o campeonato aspirante de 1867, Djalma foi promovido definitivamente à equipe principal do Sampaio Corrêa, juntamente com alguns outros aspirantes, tais como Cadinho, Pompeu, Nivaldo, Maioba, João Bala, Cazoca, Antônio, Zé Osvaldo e outros, permanecendo na equipe principal do Sampaio até o início de 1968, quando teve seu passe de amador negociado com Guido Bettega, que presenteou ao Moto Club, que na época era dirigido por Allan Kardec.
A sua estreia no Moto Club deu-se no Campeonato de 1968, em 27 de Abril, a partida em que o placar final foi Moto Club 6x2 Renner, tendo o mesmo consignado na oportunidade dois belos gols. Permaneceu no Moto até Dezembro de 1969, onde conquistou os seguintes títulos: Taça José Oliveira, Tricampeão Maranhense e campeão da Amazônia/Norte em 1968, fazendo nesse mesmo ano o gol de empate do Moto na partida em Teresina, resultado este que deu ao Moto o direito de enfrentar o E. C. Bahia nas semifinais da Taça Brasil setor Nordeste. Foi também campeão da Taça Independência e Torneio Vicente Fialho, em 1969.
Em sua passagem pelo Moto Club, participou de 84 partida, das quais venceu 43, empatou 17 e perdeu 24. Ainda como jogador do Moto Club, foi emprestado ao Sampaio Corrêa, para disputar o final do Nordestão, onde realizou 4 partidas, empatando com o Maranhão, vencendo o River em Teresina e vencendo o Flamengo e Piauí em nossa capital. Devolvido ao mesmo, realizou sua partida de despedida jogando contra o mesmo Sampaio Corrêa em 16 de Dezembro de 1969, partida essa em que o Moto levou de vencido ao Sampaio por 1 a 0, gol de Garrinchinha.
Terminado o seu contrato com o Moto Club em Dezembro de 1969, Djalma ingressou no Sampaio, clube de sua paixão, onde permaneceu até o presente, a pedida da “Velha Guarda Maranhão”, estreou contra o Maranhão, no dia 18 de Janeiro de 1970, na partida que o Sampaio venceu pelo placar de 2 a 1. Como jogador do Sampaio, Djalma conquistou os seguintes títulos: vice-campeão do Torneio Maranhão 1970, tri-vice-campeão da Taça Cidade de São Luis 1970/71/72, Campeão do Torneio Início 1970, bi-vice-campeão maranhense 1970/71 (este último invicto), Taça José Ribamar Araújo 1970; Campeão do Torneio José Maarão 1971, Campeão do Torneio da Vitória 1971, Torneio Zoroastro Maranhão 1972, Taça Engenheiro Lourenço da Silva 1972; Taça João Havelange 1972, Campeão Nacional em 1972 e Campeão Maranhense 1972 e em 1973 levantou a Taça Cidade de São Luis e do Torneio Maranhão-Pará.
A sua estreia no Moto Club deu-se no Campeonato de 1968, em 27 de Abril, a partida em que o placar final foi Moto Club 6x2 Renner, tendo o mesmo consignado na oportunidade dois belos gols. Permaneceu no Moto até Dezembro de 1969, onde conquistou os seguintes títulos: Taça José Oliveira, Tricampeão Maranhense e campeão da Amazônia/Norte em 1968, fazendo nesse mesmo ano o gol de empate do Moto na partida em Teresina, resultado este que deu ao Moto o direito de enfrentar o E. C. Bahia nas semifinais da Taça Brasil setor Nordeste. Foi também campeão da Taça Independência e Torneio Vicente Fialho, em 1969.
Em sua passagem pelo Moto Club, participou de 84 partida, das quais venceu 43, empatou 17 e perdeu 24. Ainda como jogador do Moto Club, foi emprestado ao Sampaio Corrêa, para disputar o final do Nordestão, onde realizou 4 partidas, empatando com o Maranhão, vencendo o River em Teresina e vencendo o Flamengo e Piauí em nossa capital. Devolvido ao mesmo, realizou sua partida de despedida jogando contra o mesmo Sampaio Corrêa em 16 de Dezembro de 1969, partida essa em que o Moto levou de vencido ao Sampaio por 1 a 0, gol de Garrinchinha.
Terminado o seu contrato com o Moto Club em Dezembro de 1969, Djalma ingressou no Sampaio, clube de sua paixão, onde permaneceu até o presente, a pedida da “Velha Guarda Maranhão”, estreou contra o Maranhão, no dia 18 de Janeiro de 1970, na partida que o Sampaio venceu pelo placar de 2 a 1. Como jogador do Sampaio, Djalma conquistou os seguintes títulos: vice-campeão do Torneio Maranhão 1970, tri-vice-campeão da Taça Cidade de São Luis 1970/71/72, Campeão do Torneio Início 1970, bi-vice-campeão maranhense 1970/71 (este último invicto), Taça José Ribamar Araújo 1970; Campeão do Torneio José Maarão 1971, Campeão do Torneio da Vitória 1971, Torneio Zoroastro Maranhão 1972, Taça Engenheiro Lourenço da Silva 1972; Taça João Havelange 1972, Campeão Nacional em 1972 e Campeão Maranhense 1972 e em 1973 levantou a Taça Cidade de São Luis e do Torneio Maranhão-Pará.
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Maranhão Atlético Clube da década de 80
Belo registro do jornalista França Melo. Na imagem, temos a formação do Bode Gregório da década de 80, com Juca Baleia, Uberaba, Carrinho, Tataco, Neto Martins, repórter José Carlos Teixeira, Neco, Bacabal, Riba e Chiquinho.
Sampaio Corrêa 1x0 Moto Club - Torneio Maranhão/Pará 1977
Sampaio e Moto realizaram uma partida emocionante na noite do dia 04 de Março no Estádio Municipal, jogo que teve um primeiro tempo equilibrado e um ligeiro domínio, mesmo desordenado, do Moto, na segunda etapa. A direção do espetáculo foi do cearense Gilberto Ferreira, que também andou complicando no final, invertendo faltas e prendendo muito o jogo, querendo aparecer demasiadamente.
Como acontece em todos os jogos de Moto e Sampaio, o início foi um pouco monótono, com uma equipe procurando fazer justamente o que a outra fazia e com isso o público somente foi vibrar aos 25 minuto, com o gol de Cabecinha, que sacudiu a galera. Outras boas oportunidades foram desperdiçadas pelas duas equipes, principalmente o Sampaio, que tinha uma defesa um pouco mais plantada e consciente e um meio campo destruindo normalmente, mesmo com a fraca atuação de Eliézer na cabeça da área.
Para a segunda etapa, com o campo totalmente alagado, o Sampaio sentiu a falta de treinamentos, o que se aproveitou o Moto Club para apertar, mesmo desordenado. O plantel sampaíno aguentou a pressão e ainda chegava ao gol do Moto com um certo perigo graças mais ao individualismo de seus atletas. Se o Moto não chegou ao empate, deve exclusivamente a Dorival, que mais uma vez mostrou ser um excelente goleiro.
Pela ocasião da vitória - e com a vitória do Leão paraense diante do Paysandu em Belém, Remo e Sampaio lideravam o Torneio Maranhão/Pará de 1977 com 4 pontos, seguidos de Moto com 3 e Paysandu com apenas 1 ponto.
Como acontece em todos os jogos de Moto e Sampaio, o início foi um pouco monótono, com uma equipe procurando fazer justamente o que a outra fazia e com isso o público somente foi vibrar aos 25 minuto, com o gol de Cabecinha, que sacudiu a galera. Outras boas oportunidades foram desperdiçadas pelas duas equipes, principalmente o Sampaio, que tinha uma defesa um pouco mais plantada e consciente e um meio campo destruindo normalmente, mesmo com a fraca atuação de Eliézer na cabeça da área.
Para a segunda etapa, com o campo totalmente alagado, o Sampaio sentiu a falta de treinamentos, o que se aproveitou o Moto Club para apertar, mesmo desordenado. O plantel sampaíno aguentou a pressão e ainda chegava ao gol do Moto com um certo perigo graças mais ao individualismo de seus atletas. Se o Moto não chegou ao empate, deve exclusivamente a Dorival, que mais uma vez mostrou ser um excelente goleiro.
Pela ocasião da vitória - e com a vitória do Leão paraense diante do Paysandu em Belém, Remo e Sampaio lideravam o Torneio Maranhão/Pará de 1977 com 4 pontos, seguidos de Moto com 3 e Paysandu com apenas 1 ponto.
FICHA DO JOGO
Sampaio Corrêa 1x0 Moto Club
Data: 04 de Março de 1977
Local: Estádio Nhozinho Santos
Renda: Cr$ 150 mil
Público: 8.957 torcedores
Juiz: Gilberto Ferreira (CE)
Bandeirinhas: Nacor Arouche e Roberval Castro
Gol: Cabecinha aos 25 minutos do primeiro tempo
Sampaio Corrêa: Dorival; Cabrera, Almir, Sérgio (Zé Alberto) e Ferreira; Eliézer, Bira e Carlos Alberto; Itamar (Saneguinha), Cabecinha e Bimbinha. Técnico: Brandãozinho
Moto Club: Marão; Célio Rodrigues, Irineu (Vivico), Paulo Ricardo e Beato; Rogério, Adãozinho e Toninho; Lima (Caio), Paulo César e Acir. Técnico: Juan Alvarez
Sampaio Corrêa 1x0 Moto Club
Data: 04 de Março de 1977
Local: Estádio Nhozinho Santos
Renda: Cr$ 150 mil
Público: 8.957 torcedores
Juiz: Gilberto Ferreira (CE)
Bandeirinhas: Nacor Arouche e Roberval Castro
Gol: Cabecinha aos 25 minutos do primeiro tempo
Sampaio Corrêa: Dorival; Cabrera, Almir, Sérgio (Zé Alberto) e Ferreira; Eliézer, Bira e Carlos Alberto; Itamar (Saneguinha), Cabecinha e Bimbinha. Técnico: Brandãozinho
Moto Club: Marão; Célio Rodrigues, Irineu (Vivico), Paulo Ricardo e Beato; Rogério, Adãozinho e Toninho; Lima (Caio), Paulo César e Acir. Técnico: Juan Alvarez
domingo, 2 de agosto de 2015
Vasco da Gama Sport Club, campeão maranhense em 1929
Encontrei pelo Facebook uma inusitada página dedicada ao já extinto Vasco da Gama Sport Club, que configurou no futebol maranhense entre os anos de 1919 a 1928 - pelo menos dentro das competições profissionais/oficiais. Sobre a origem da equipe cruzmaltina ludovicense, seria necessário um estudo maior, o que será feito futuramente. De momento, aqui cabe algumas informações básicas sobre a equipe: em 1919 a equipe disputou a sua primeira edição do Campeonato Maranhense de futebol, na época promovido pela Liga Maranhense de Sports (LMS). Além do Vasco, a competição contava com a participação do Anilense Football Club, Brasil Sport Club, do FAC (não o Fabril, mas o Football Athletic Club) e do Luso Brasileiro. Realizado em dois turnos, em jogos de ida e volta, a equipe que chegasse à contagem de maior número de pontos seria declarada campeã daquele ano, o que coube ao Luso Brasileiro – o Vasco acabou com a segunda colocação. Vale destacar que, antes da competição, o FAC pediu afastamento e não participou do Estadual de 1919.
CAMPANHA EM 1919
15/06/1919-Vasco 2x0 Brasil
06/07/1919-Fênix 3x2 Vasco
27/07/1919-Anilense 2x1 Vasco
17/08/1919-Luso Brasileiro 6x0 Vasco
24/08/1919-Fênix 0x0 Vasco
21/09/1919-Luso Brasileiro 6x0 Vasco
05/10/1919-Vasco 3x0 Brasil
19/10/1919-Vasco 3x1 Anilense
15/06/1919-Vasco 2x0 Brasil
06/07/1919-Fênix 3x2 Vasco
27/07/1919-Anilense 2x1 Vasco
17/08/1919-Luso Brasileiro 6x0 Vasco
24/08/1919-Fênix 0x0 Vasco
21/09/1919-Luso Brasileiro 6x0 Vasco
05/10/1919-Vasco 3x0 Brasil
19/10/1919-Vasco 3x1 Anilense
No anos seguintes, após três terceiros lugares, a equipe cruzmaltina acabou conquistando o título em 1928, em seu último ano no futebol profissional. No campeonato daquele ano, as oito equipes jogaram entre si e os quatro melhores disputaram a fase final, com o maior pontuador conquistando o título. Bangu, Diamante Negro, Gurupi, Fênix, Luso Brasileiro, Sirio, Vasco e Tupi disputaram o estadual, que teve como artilheiro absoluto o ponta João Pretinho, do Vasco, com 15 gols.
sábado, 1 de agosto de 2015
Sampaio Corrêa em 1968
Belo registro do Sampaio Corrêa em 1968. Na foto, temos a seguinte escalação: em pé - Laxinha, Osvaldo, Vico, Faísca, Tomás e Marcial; agachados - Toinho, Tutinha, Lobato, Carlos Alberto e Itamar
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