terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Bacabal, o maior artilheiro do Estádio Castelão


 

Terceiro maior artilheiro de toda a história do Maranhão Atlético Clube, com 154 gols. Além disso, detém dois recordes no Castelão: ele é o jogador que mais marcou gols na história do estádio, com 115 tentos assinalados, e é dele também o recorde de gols em uma só partida - no dia 13 de Junho de 1983, Bacabal, jogando pelo MAC, balançou as redes sete vezes, na goleada atleticana diante do Tocantins pelo placar de 7 a 0. O saudoso Vander completou a goleada maqueana. Os números impressionam, sobretudo quando se trata de um goleador nato, que marcou época no futebol maranhense e escreveu o seu nome na história do Glorioso com muitos, muitos gols.

Raimundo Nonato Matos de Abreu Silva, o Bacabal, é filho do ex-goleiro Bacabal, ídolo do Papão do Norte nos anos 60. Iniciou a sua carreira no extinto São José, para depois transferir-se para o Maranhão Atlético Clube, onde passou oito anos.  A sua maior frustração enquanto atleta profissional foi ter deixado a equipe maqueana sem um único titulo conquistado. Bacabal chegou em 1990 ao Sampaio Corrêa justamente com a fama de pé frio. Na Bolívia, porém, o goleador foi bicampeão Estadual (1990/91) e artilheiro, com 15 gols em cada ano. Artilheiro em quase todas as equipes por onde jogou, entre eles a Tuna Luso, River (PI), Matsubara (PR), Coroatá e Sport Club Belém, o “Artilheiro de Santo Antônio”, como Bacabal ficou conhecido pelos torcedores maranhenses, sempre destacou o seu amor pelo Moto Club. O sangue rubro-negro, aliás, vinha de família. Assim, Bacabal acabou assinando com o Papão em 1992.

O craque foi homenageado pelo Presidente José Raimundo Rodrigues na partida entre as seleções maranhense e carioca em 1997, na abertura da temporada do futebol daquele ano. Antes da partida, houve um grandioso evento no Estádio Castelão, na festiva tarde de domingo do dia 02 de Março de 1997: o desfile de 66 equipes que participarão da I Copa Domingão da Sorte, promovida pela Life, além da apresentação de 650 garotos das escolinhas do Moto – escolinhas de futebol, futebol de salão, handebol, basquete, vôlei, karatê e dança. O artilheiro Bacabal entrou a campo e foi ovacionado por mais de 10 mil motenses que compareceram à sua despedida. O jogador, que utilizou a camisa 9, jogou durante apenas 15 minutos, quando a partida foi interrompida e Bacabal, substituído pelo jogador Santos, deu uma simbólica volta Olímpica acompanhado dos garotos das escolinhas do Moto. Em seguida, recebeu um troféu e uma placa oferecidos pelo clube, entregue pelo ex-presidente do Moto, Cassas de Lima.

“Me sinto orgulhoso de fazer parte da história do Estádio Castelão. Isso realmente me deixa muito gratificado. É a única coisa de bom que guardo daquela época”, afirmou Bacabal. O artilheiro do Castelão encerrou a sua carreira em 1998, jogando pelo Moto Club.

FOTOS 
(crédito à página "Bacabal9Artilheiro")



















ÁUDIO - Goleiro Juca Baleia sendo lembrado no "Programa Pânico", da Rádio Jovem Pan FM



O folclórico goleiro maranhense Juca Baleia foi citado no humorístico de rádio "Programa Pânico", da Rádio Jovem Pan AM, no último dia 07 de Fevereiro. O personagem Bola (Marcos Chiesa) brincou, dizendo que o seu novo nome era o do goleiro maranhense. No bloco seguinte, ainda fizeram outra citação ao ex-goleiro de Sampaio e MAC.


Vale lembrar que essa não é a primeira vez que o programa Pânico cita algo relacionado ao futebol maranhense. Abaixo deixo algumas passagens do programa falando algo relacionado aos nossos clubes:

Pânico falando sobre o Moto Club (15.11.2011)
  


Pânico fala mal do Sampaio Corrêa (20.10.2011) 



Pânico fala de Ralf (Corinthians) nos tempos do Imperatriz (09.12.2011)



Pânico na Jovem Pan falando do livro do Sampaio Corrêa  (11.07.2012)



Pânico fala do Sampaio Corrêa (05.07.2012)

 

Programa Pânico fala mal do Sampaio Corrêa  (02.07.2011)

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

VÍDEO - Livro do Maranhão Atlético Clube - Programa "Resenha Esporte Clube" - Esporte Interativo Nordeste

Entrevista com o autor Hugo Saraiva, falando sobre o livro do Maranhão Atlético Clube no Programa "Resenha Esporte Clube", da Esporte Interativo Nordeste (programa exibido em Fevereiro).




quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

VÍDEO - Loucos por Futebol ESPN com Zeca Baleiro com camisa do MAC

Participação do cantor e compositor Zeca Baleiro no programa "Loucos Por Futebol", da ESPN, falando sobre o Maranhão Atlético Clube e vestindo a camisa do Glorioso.




VÍDEO - PROGRAMA COMPLETO

PÔSTER - Moto Club de São Luis - Campeonato Brasileiro da Série B 1996


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Divulgação do livro do Maranhão Atlético Clube - 04 de Fevereiro de 2014

ÁUDIO

Entrevista com o autor e professor Hugo Saraiva, divulgando o livro do Maranhão Atlético Clube no programa "Rolando a Bola", da Rádio Difusora AM 680 (04.02.2014)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Sampaio Corrêa 4x1 Imperatriz - Campeonato Maranhense de 1980


Trecho extraído do jornal O Estado do Maranhão, de 29 de Setembro de 1980

O Sampaio Corrêa se classificou para decidir o Quadrangular do Primeiro Turno do Campeonato Maranhense, na goleada de ontem no estádio Municipal Nhozinho Santos sobre o Imperatriz pelo escore de 4 tentos a 1, fazendo uma partida bem melhor do que as vezes anteriores, notadamente na etapa final, quando apresentou maior disposição.

No primeiro tempo da contenda de ontem, o Sampaio voltou a incorrer nos erros anteriores, principalmente no setor de defesa, que continua sendo a maior preocupação da direção pelas constantes falhas. As mexidas introduzidas na onzena boliviana pelo treinador Storino, que mudou a meia cancha, acabaram por dar um melhor sentido de organização ao time, pois como retorno de Cabecinha ao comando da ofensiva, as jogadas foram melhores trabalhadas com o artilheiro levando sempre perigo aos zagueiros adversários.

O primeiro tempo terminou com a igualdade de 1 a 1, com o Sampaio na frente, anotando o gol de abertura de escore aos 12 minutos, através de Cabecinha, que lançado por Zé Ivan, foi ajudado pela falha do arqueiro Neneca, que ao invés de sair para debater com o pé, tentou agarrar a pelota fora da área e falhou redondamente, deixando a bola livre para o artilheiro, que mesmo sem ângulo teve tranquilidade para colocar de perna direita num chute cruzado para o fundo do barbante. Depois do primeiro gol, parecia que o Sampaio ia finalmente deslanchar ainda na fase inicial, mas aconteceu exatamente o contrário, em virtude das falhas da defensiva e até mesmo da falta de maior tranquilidade do ataque. O Imperatriz, notando que o Mais Querido não acertava, partiu para a frente e passou a atacar com muito perigo, dando sustos consecutivos ao Alexandre, como foi o caso de uma finalização violenta de Jorge Maia por volta dos 21 minutos com a bola passando raspando o poste direito.

O tento de empate do Imperatriz aconteceu aos 34 minutos, feito por intermédio de Jorge Maia, que era sempre um fantasma para a defensiva boliviana. O lance com o lançamento de Flávio para Ivan na ponta-direita, nas costas de Celso Alonso. O lateral, ao receber, levantou em direção à frente de Alexandre para desviar de cabeça, ficando a bola rolando na linha para o mesmo Jorge Maia chegar a bater forte para o fundo das redes tricolores.

No segundo tempo, o Sampaio voltou com maior disposição e passou a atacar constantemente, o que deixou apavorada a defesa do Imperatriz, que pela infinidade dos seus zagueiros, começou a ceder terreno. Aos 6 minutos do período final, num lance de bola parada, na cobrança de um tiro de meta favorecendo ao Imperatriz, acabaram se complicando o goleiro Neneca e o zagueiro Malícia. Neneca tocou lateralmente para Malícia e quando veio a devolução precipitada, Cabecinha já estava presente, forçando o goleiro a cometer penalidade máxima, que Sérgio Faray marcou em cima do lance. O próprio Cabecinha cobrou, colocando no canto esquerdo para aumentar para 2 a 1. Esse gol desnorteou mais ainda o time do Imperatriz, que aprece ter encabulado e ninguém mais acertou nada, o que permitiu o Sampaio atacar sucessivamente.

Aos 10 minutos, o ponteiro Ugo atacou levando a defesa na conversa, aproveitando para lançar ao meio Riba na entrada da grande área. O camisa 8 recebeu e descobriu Bimbinha, sozinha na ponta-esquerda,  passou a pelota, com o pequeno ponta recebendo em completo impedimento, ajeitando e chutando no ângulo superior esquerdo, aumentando para 3 a 1. O quarto tento boliviano também foi marcado em impedimento, pelo centroavante Cabecinha, aos 26 minutos. O lance começou com uma arrancada sensacional de Cabrera, que penetrou muito bem e poderia ter feito o tento, mas preferiu lançar Cabecinha que já estava quase na linha da meta na banheira, sem que o bandeirinha Raimundo Lima marcasse absolutamente nada.

A vitória do Sampaio foi inteiramente justa, se bem que os dois gols impedidos não assinalados pela arbitragem não tinha nenhuma razão de ser, pois pelo futebol apresentado na etapa final pelo Tricolor, o time tinha condições de fazer até mais, aproveitando a falta de experiência do adversário.






FICHA DO JOGO

Sampaio Corrêa 4x1 Imperatriz
Data:
28 de Setembro de 1980
Local: Estádio Nhozinho Santos
Juiz: Sérgio Faray
Gols: Cabecinha (3) e Bimbinha (Sampaio) e Jorge Maia (Imperatriz)
Sampaio Corrêa: Alexandre; Terezo, Cabrera, Everaldo e Celso Alonso; Flávio, Riba e Zé Ivan (Marcelo); Ugo (Fernando), Cabecinha e Bimbinha
Imperatriz: Neneca; Ivan, Arimatéia, Malícia e Cafôfa; Gambá, Flávio (Sarará) e Serginho; Hildebrando (Edmar), Jorge Maia e Zé Nilton

Sampaio Corrêa 2x2 Maranhão - Campeonato Maranhense 1996

Sampaio e Maranhão fizeram um bom jogo, no primeiro clássico do Primeiro Turno do Campeonato Maranhense, na tarde//noite de ontem no Nhozinho Santos. O empate de 2 a 2 premiou o esforço físico das duas equipes.

O Maranhão comandou o placar. Primeiro fez 1 a 0, logo aos 4 minutos do primeiro tempo, com oliveira Lima chutando violento, do meio da rua, depois de uma trama em cobrança de falta. O Sampaio correi atrás do prejuízo e empatou aos 14 minutos, ainda do primeiro tempo, graças a um pênalti inexistente, assinalado pelo árbitro Marcelo Filho, que se equivocou no lance. Clayton bateu com categoria e fez 1 a 1.

O Maranhão ficou reduzido a dez jogadores, com a expulsão do atacante Riba, no final do primeiro tempo. Mesmo com um jogador a menos, o MAC fez 2 a 1 na saída de bola, com menos de 1 minutos de jogo no segundo tempo. O gol foi marcado por intermédio de Arílson.

Quando tudo parecida que se encaminhava para a vitória atleticana no clássico, em que pese ter sido formado a jogar com um homem a menos, o Sampaio conseguiu o empate num vacilo da zaga atleticana, aos 40 minutos. A bola foi levantada na área maqueana para Vágner subir, livre, e marcar de cabeça, sem apelação para o jovem goleiro Nilson.

O Sampaio teve um jogador expulso. Foi o zagueiro Da Costa, que chutou, sem bola, ao adversário. O árbitro expulsou, ainda o atacante Valdson, do MAC, no final da partida. O jogo valeu pela disposição dos dois times, que procuraram superar as deficiências técnicas com muita correria.

 Gol de Oliveira Lima e Ronilson não conseguiu defender

 O ponta-esquerda do Sampaio, Márcio Sousa, é combatido pelo lateral Reginaldo, do MAC, observados por Marlon, do MA

FICHA DO JOGO

Sampaio Corrêa 2x2 Maranhão
Data:
14 de Abril de 1996
Local: Estádio Nhozinho Santos
Público: 1.319 pagantes
Juiz: Marcelo Filho
Bandeirinhas: José Ribamar Melônio e Geraldo Santos
Gols: Oliveira Lima aos 4 e Cleyton aos 14 minutos do primeiro tempo; Arilson a 1 minuto e Wagner aos 40 minutos od segundo tempo
Expulsão: Riba, Valdson e Da Costa
Sampaio Corrêa: Ronilson; Douglas (César), Toninho, Da Costa e Oliveira (Magno); William, Sílvio e Cleyton (Robertinho); Valbson, Wagner Paulista e Márcio Sousa. Técnico: Meinha
Maranhão: Nilson; Reginaldo, Junior, Oliveira Lima e Robert; Marlon, Alencar (Zé Neto) e Ricardo Henrique; Riba da Costa, Arilson e Romildo (Valdson). Técnico: Rogério Jansen