quarta-feira, 18 de abril de 2012

Sampaio Corrêa, Campeão Maranhense de 1980

O Campeonato Maranhense de 1980 apresentava, além das tradicionais equipes, como MAC, Moto, Imperatriz, São José e Boa Vontade, uma novidade: o Ajax, da cidade de Pindaré. A Bolívia Querida, treinada pelo experiente Nelson Gama, foi campeã com a seguinte base: Alexandre, Terezo, Ernesto, Everaldo e Celso; Rosclin, Pablito e Maia. Fernando, Cabecinha e e Bimbinha. O Sampaio realizou 24 jogos, com 13 vitporias, 8 empates e apenas 3 derrotas. A equipe marcou 51 gols e sofreu 13. O Tricolor envolveu-se em um grande escândalo naquele ano, mais um nas "armações" que envolvem o nosos futebol: o atleta Pablito, do Sampaio Corrêa, julgado pelo no dia 27 de novembro de 1981 pelo Tribunal de Justiça Desportiva e suspenso por três jogos. Porém, atuou contra o MAC e Moto no triangular final da competição. Segundo registros da época, o Sampaio não foi avisado nem pelo TJD e tampouco pela FMD, que interpretou o fato de acordo com o interesse do Sampaio Corrêa, afirmando que o clube não havia comparecido à sessão, motivo pelo qual a agremiação não fora comunicada oficialmente antes dos jogos.
Sem a comunicação da Federação ou do TJD, os dirigentes do Sampaio Corrêa lançaram Pablito nas duas partidas finais do triangular. Era uma sexta-feira, o Sampaio foi orientado sutilmente para não ser representado, muito menos o jogador se fazer presente. No dia seguinte, quando ninguém esperava, Pablito apareceu para enfrentar o MAC. Houve protestos, mas oficialmente o Sampaio não havia sido comunicado. O time venceu o Maranhão e Pablito também jogou domingo contra o Moto do treinador Marçal Tolentino Serra e das revelações Raimundinho Lopes e Beatos. A Bolívia empatou e o Tricolor foi campeão de 1980.

TRIANGULAR FINAL:
28 de Novembro de 1980 - Moto 1x1 MAC / 29 de Novembro de 1980 - MAC 0x1 Sampaio Corrêa / 30 de Novembro de 1980 - Moto 1x1 Sampaio Corrêa

 Sampaio Corrêa x Moto Club

 Sampaio Corrêa x Moto Club

Sampaio Corrêa x Moto Club

Sampaio Corrêa x Expressinho

Final: Sampaio Corrêa 1x1 Moto Club

Sampaio Corrêa x MAC

 Sampaio Corrêa 1x0 MAC

 Final: Sampaio Corrêa 1x1 Moto Club

Festa na decisão contra o Moto Club

Festa na decisão contra o Moto Club

Estádio Nhozinho Santos abandonado

A foto abaixo mostra o Estádio Nhozinho Santos com um dos muros totalmente em ruínas. A inusitada cena ocorreu em Maio de 1952, numa época em que o nosso futebol voltava ao normal logo após um longo período da chamada Greve de 1951. O estádio ficou praticamente abandonado e, com o período das chuvas, a parte lateral do Nhozinho Santos não aguentou as fortes enchentes e veio abaixo. A parte caída fica do lado onde está localizada a arquibancada-sol, tento a parte desabada uns 30 a 40 metros aproximadamente do terreno.

Adalpe, um grande atleticano

Matéria de Edivaldo pereira Biguá e Tânia Biguá, página "Onde Anda Você?", do Jornal O Estado do Maranhão, de 17 de Abril de 2000.

No período de 1960 a 1966, o Maranhão Atlético Clube conseguiu montar uma equipe que encantou e entrou para a história do futebol profissional maranhense, fazendo parte da memória de seus torcedores. Um garoto vindo de Cururupu teve brilho próprio em meio às estrelas da época. Adalpe é o seu nome. Jogava fácil, de forma objetiva na porá direita ou de centroavante. O mias importante: vestia a camisa do clube com amor. Além de atleta, foi e continua sendo um atleticano apaixonado. Trocar Cururupu por São Luis foi uma bênção para Adalpe. Em busca de melhores condições de estudos, mudou-se com 14 anos de idade. Em regime de semi-internato, fez o quinto primário e o exame de admissão no Colégio Marista. Concretizava-se assim o sonho dos seus pais, Pedro Carlos e Ada Lisa: o filho iria estudar em um dos melhores colégios da capital e um dia seria doutor. A adaptação foi rápida. Sempre que tinha oportunidade, juntava-se ao pessoal que gostava das peladas disputadas nos intervalos das aulas. Em uma delas, pela intimidade e competência com que tratava a bola, foi observado pelo irmão Miguel, o responsável pelos semi-internos. Veio então a indicação para a Seleção de Futebol do Colégio. “Dessa maneira, quebrei um tabu do Marista, porque a seleção do colégio era formada exclusivamente por alunos que cursavam o científico e ginásio. Eu ainda, no primário, prestava exame de admissão (similar ao atual vestibular). Graças à visão de Wady Fiquene, que era o técnico da Seleção e ao irmão Miguel, que me deu a maior força, acabei sendo aceito pelo grupo e defendendo o Marista nos Jogos Estudantis Professor Alfredo Colombo, disputado pelos principais colégios de São Luis em várias modalidades”, relembra. As principais características dele eram a velocidade e o oportunismo. Sabia se colocar muito bem dentro da área. Tinha calma quando ficava frente a frente com os goleiros. Cabeceava bem e chutava com precisão. Tratava a bola com carinho. Jogava porque sabia e gostava. Na verdade, Adalpe Pedro Silva sempre foi precoce. Quando menino, já se destacava nas peladas em Cururupu. Nascido em 16 de Fevereiro de 1943, com 12 anos de idade vestiu a camisa do ABC, time colegial da cidade. Também foi convidado por Joaquim Gomes (Diabo Louro) para jogar na equipe principal e adulta do CAC – Cururupu Atlético Clube. “Papai não permitia que eu jogasse. Disse que eu era muito pequeno e fraco para me meter com gente grande”. Desobediente, acabou vestindo a camisa do CAC ao completar 14 anos. Só parou quando se mudou para São Luis. O grupo do Marista embrenhava-se pela quinta do Barão, pertencente ao colégio, para assistir aos treinos motenses do muro que fazia divisa entre a escola e o estádio Santa Isabel. Sua maior preocupação era ver treinar o grande nome da época, Laxinha, que tinha acabado de retornar de Belém. Adalpe nem imaginava que poucos meses depois jogaria com Laxinha no MAC... Em 1959, já com 16 anos, foi pelo seu pai e Napá (pai do ex-presidente do MAC, França Dias), para treinar no quadricolor maranhense. A estréia no MAC aconteceu em uma partida disputada no Santa Isabel, contra o Bangu, de Coroatá. Vitória maqueana por 3x1, com dois gols de Adalpe. Uma semana depois, o MAC jogou amistosamente contra o Ceará Sporting Club. Adalpe voltou a marcar mais um gol, consolidando a sua posição e conquistando o respeito e admiração da torcida, do técnico e dos companheiros. Foi firmando-se como titular da equipe. O auge da carreira no clube veio em 1963 com a conquista do campeonato estadual de profissionais. Os torcedores e a imprensa diziam que o grupo maqueano jogava por música, tamanha era a afinação e o entrosamento entre eles. A escalação do MAC em 1963: Lunga; Vareta, Negão, Clécio e Ivanildo; Zeza e Varrão; Adalpe, Wildon Croinha e Alencar. Quando sofreu uma contusão na virilha, Adalpe foi substituído por Valdecy, que havia trocado o Moto pelo MAC. “É preciso afirmar que nessa época em que fomos campeões, Moto e Sampaio Corrêa tinham excelentes times. O campeonato alcançou altos índices técnicos pela qualidade dos jogadores”. Adalpe se recorda dos grandes duelos que travou contra dois incríveis marcadores: Damasceno (Sampaio) e Esmagado (Moto Club). “Eles eram implacáveis. Não me deixavam só em nenhum momento”. A carreira desse ponta direita e centroavante do MAC durou seis anos. Em Janeiro de 1967, passou a cursar Direito na UFMA e ficou só estudando.

Adalpe em 1960, no Nhozinho Santos, vestindo a camisa do MAC

Fifi, craque do salão para os campos na Bolívia Querida

Matéria de Edivaldo pereira Biguá e Tânia Biguá, página "Onde Anda Você?", do Jornal O Estado do Maranhão.

Rapidez e habilidade com a bola nos pés foram as características que fizeram despontar o garoto Fernando Lima do Nascimento, aquele que todos só conheciam por Fifi. Para chegar a ser um dos grandes jogadores de futebol de salão do Maranhão e um craque na meia direita e ponta direita no futebol de campo, foi apenas questão de tempo, já que paixão pela bola ele sempre teve. Desde os 12 anos de idade Fifi enchia os olhos de quem ia sempre bater uma bola ou dar uma olhada nas peladas da Quinta do Macacão, área onde hoje está instalada a sede administrativa da Caema. Também pudera, ao lado dele jogavam feras como Maranhão, Cauby, Caíto, Joca, Frajola, José Amuar e o seu maior incentivador, o irmão Antônio Carlos. E foi justamente ele, que treinava no MAC, a apresentar Fifi ao técnico Calanzas. Com 14 anos de idade o garoto não causou boa impressão ao professor. “Calanzas queria homens treinando no time e não garotos, por isso nem me deixou mostrar o que eu sabia”, relembra o craque em sua primeira decepção como jogador.Mesmo chateado, ele não desistiu. Aluno do Marista, estava sempre em contato com o grupo da bola. Fez amizade com Djalma Campos e os dois eram chamados constantemente para defender o time do ginasial e do científico. Despontando nos amistosos, logo foram chamados a fazer parte da equipe principal. Aos 16 anos, Fifi recebeu o convite para integrar o juvenil do Sampaio, do finado Barroso. Apesar da excelente campanha, o grupo terminou como vice-campeão, atrás do Moto. No ano seguinte, o Sampaio formava com um timaço com jogadores do quilate de João Bala, Cadinho, Cazoca, Eraldo, Djalma, Marisca, Zé Arnold, Netinho, César Habibe, dentre outros. Fifi amadurecia ao lado de tanto gente boa. Atuando com muita afinidade, os craques arrebataram os títulos de 1964/65/66. Praticamente o time inteiro foi para a equipe principal do tricolor em 1967. Fifi já se tornara um ídolo por causa da sua incrível habilidade na meia e na ponta-direita. Um jogador arisco, cuja principal escola tinha sido o futebol de salão. A busca de espaços onde não havia e a rapidez com que conduzia a bola no ataque, deixando os marcadores para trás, sempre faziam a torcida delirar. Foi nessa época que ele recebeu o convite do empresário Mário Lira para treinar no Vasco da Gama, do Rio de Janeiro. Mas o seu pai, Hilton Nascimento, que já o havia proibido de jogar bola por causa dos estudos, não deixou que viajasse. 

Mesmo sendo a bola uma paixão, Fifi mantinha na cabeça a preocupação com seu futuro. Ficou no Sampaio até 1971, mas paralelamente trabalhava no banco do comércio e indústria de Minas Gerais. Como não tinha tempo para treinar, os dirigentes se viam obrigados a emprestá-lo a clubes menores, como São José e Graça Aranha (GAEC). Em 1972 ele já estava fora dos graamdos, sem nunca ter tido o sabor da conquista de um titulo profissional

No Sampaio Corrêa

 Fifi e o Presidente do Sampaio Corrêa, Sérgio Frota

 Seleção Maranhense de Futsal em 1969. Em pé: Nêgo Luz, Aguiar, Vavá, Prado, Paulo César, Socó e Humberto. Agachados: João Bala, Pinduca, Carlos, Fifi, Djalma Campos e Luis.

Sampaio Corrêa campeão Juvenil de 1964. Em pé: Milton, Pompeu, Roxo, Eraldo, Jovenilo e Cazoca. Agachados: Fifi, João Bala, Parode, Djalma Campos e Cadinho.

Camisas retrôs dos grandes do futebol maranhense

Inegavelmente aquela premissa de que torcedor de verdade é aquele que vai ao estádio se aplica aqui... Eu, como um bom boliviano e defensor do nosso futebol, garanto aos leitores deste blog que não há nada melhor do que se envolver diretamente com o ambiente de um clube, viver o clima das arquibancadas, marcar presença nos jogos. E mais do que isso - e talvez seria isso que esteja faltando aos demais torcedores -, eu reafirmo aqui que é gratificante poder unir forças com os demais torcedores para ver a minha Bolívia sempre crescer. Apesar de algumas dificuldades e vaidades de segundos e terceiros pelo caminho, os meus dois últimos anos com otorcedor foram muito gratificantes. Além de participar de vários movimentos na torcida, eu pude colocar em prática uma idéia lançada pelo meu amigo Ramssés Silva: as camisas retrôs de Sampaio Corrêa e Moto Club, através de uma empresa pernambucana que trabalha somente com esse tipo de camisa. Pra os motenses quem frequentam os jogos no Nhozinho Santos, tenho certeza que muitos já se depararam com alguns torcedores trajando dois belos modelos da camisa do Papão: uma alusiva ao tricampeonato marannhense de 1983 e outra muito mais antiga ainda - uma verde e branca listrada, alusiva ao tempo em que o Moto ainda ostentava em sua camisa tais cores, substituídas em seguida pelo tradicional vermelho e preto. Fico feliz em colocar e prática uma idéia que foi bem aceita pelo público.



 
Agora, oito meses depois, chega ao público mais outra novidade, desta vez ao torcedor da minha Bolívia Querida: a camisa retrô do Sampaio Corrêa Futebol Clube. Um modelo lindíssomo, alusivo aquela camisa utilizada na campanha do clube no Campeonato Brasileiro de 1972 - inclusive a camisa retrô é a mesma que ilustra a capa do meu primeiro livro, "Sampaio Corrêa, uma Paixão dos Maranhenses". Pra chegar até nós, torcedores, essa camisa passou por uma longa novela, entre a escolha do tecido fidedigno àquele utilizado em 1972, e o bordado do escudo. O resultado final, mesmo após longos oito meses, valeu a pena. E me deu muito orgulho, pois essa camisa chega ao torcedor como o resultado de muito trabalho e paciência...


Agora, o meu próximo desafio é a camisa retrô do Bode Gregório, o Maranhão Atlético Clube. E o modelo, aliás, foge ao tradicional listrado vertical e até mesmo o conhecido escudo. A camisa, ostentada pelo clube no bicampeonato de 1969/70, em breve chegará à torcida maqueana, assim como outros modelos de clubes extintos, como o Tupan e até mesmo o Fabril Atletic Club (FAC), o primeiro clube de futebol da história do Maranhão.



Maranhão Atlético Clube 1x2 Clube do Remo - Taça Ouro 1984

Três registros da partida entre maqueanos e azulinos no Estádio Castelão, dia 11 de Março de 1984 pela Taça Ouro de 1983. O Maranhão precisava ganhar e, por isso, abriu a sua defesa, do que se aproveitou o representante paraense para vencer a partida e garantir a sua classificação para a terceira fase da competição. Após um empate no tempo inicial, o MAC passou a atacar na base do desespero, tanto que os seus zagueiros avançaram bastante, ficando o último reduto quase sempre exposto a contra-ataques. Quando o Remo abriu 2 a 0 no placar, Rodrigues, aos 45 minutos, fez o gol de honra dos maranhenses. O público registrado no Castelão foii de apenas 3.174 pagantes, para uma renda de Cr$ 3.414.100,00





FICHA - MARANHÃO ATLÉTICO CLUBE 1x2 CLUBE DO REMO (PA)
Local:
Estádio Castelão   
Árbitro: Odilo Mendonça (AM)
Gols: Dadinho  (Remo) e Rodrigues (MAC)
Maranhão Atlético Clube: Juca Baleia, Newton, Gonzaga, Hércules e Neto; Tataco, Tica e Marquezine; Walter, Bacabal e Alcino. Técnico: Elieser Ramos
Clube do Remo (PA): Bracali; Rui, Darinta, Marcos e Pedrinho; Chicão, Raulino e Roque; Ivo, Dadinho e Amaury. Técnico: José Dutra

Flamengo do Monte Castelo

Um belo registro da década de 1960 do Flamengo do Monte Castelo, equipe que disputou durante muitos anos a Segunda Divisão do Campeonato Maranhense e foi a porta de entrada para muitos craques do nosso futebol, como Neguinho (Sampaio, Moto) e Nabor (Moto Club).


Bodinho, da Bolívia Querida para o Flamengo

Deixo aqui algumas fotos e um trecho retirado do livro do Sampaio Corrêa sobre Nílton Coelho da Costa, o popular Bodinho, relevado pela Bolívia Querida e que ganhou fama no Flamengo (RJ), Internacional (RS) e na Seleção Brasileira.

"Em 1944 o Sampaio Corrêa formou uma equipe poderosa, com grandes nomes em seu elenco, como Tarrindo, Moisés e Manoelzinho. Porém, chegaria ao vice-campeonato maranhense e não obteve nenhum título nesse ano. Contudo, o clube revelou um grande craque que, em pouco tempo, brilharia pelo Flamengo, Internacional e chegaria à Seleção Brasileira. Nílton Coelho da Costa era pernambucano e popularmente conhecido como Bodinho. O seu apelido, como foi eternizado pela crônica esportiva e pelos torcedores, vinha da força da sua cabeceada. Começou a sua carreira jogando pelo folclórico Íbis de Pernambuco, antes de transferir-se para o Sampaio Corrêa, em 1944, onde foi vice-campeão estadual. Nesse mesmo ano, o Flamengo do Rio de Janeiro esteve excursionando pela capital maranhense. O clube carioca enfrentou e venceu por 3 a 1 o combinado formado por Maranhão Atlético Clube e Sampaio Corrêa, em amistoso realizado na noite do dia 15 de abril no Estádio Santa Isabel. Pela sua grande atuação na partida pelo combinado maranhense, Bodinho chamou a atenção da delegação do Flamengo, segundo consta. Desfalcado para a partida seguinte no Maranhão, contra o Moto Clube de São Luis, a delegação carioca entrou em contato com a diretoria do Sampaio Corrêa, a fim de contar com o jogador para a partida contra os motenses, uma vez que Joaci e Luizinho estavam adoentados e não atuariam pelo rubro-negro carioca. Porém, desistiram em tê-lo somente na partida amistosa: um ano depois, em 1945, por Cr$ 30.000, Bodinho transferiu-se para o Flamengo, onde permaneceu até 1949. No ano seguinte, foi para o Internacional do Rio Grande do Sul, chegando à Seleção Brasileira em 1955, onde nesse mesmo ano conquistou o Campeonato Pan-Americano."




Bodinho no Sampaio Corrêa em 1947. A formação na foto é a seguinte: em pé - Bodinho, Duó, Geovani, Albano, Zé Pequeno e Edésio Leitão (treinador); agachados - Reginaldo, Gegeca, Decadela, Zé Rocha, Baltazar e Serejo.

Formação do Sampaio Corrêa de 1950, com Bodinho. A escalação: em pé - Reginaldo, Ferreirão, Decadela, Zé Rocha, Baltazar e Serejo; agachados - Bodinho, Albano, Mozart, Geovani e Zé Pequeno.

Jogador atuando pelo Sampaio Corrêa em 1950

 Bodinho no Sampaio Corrêa em 1947

  Bodinho no Sampaio Corrêa

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Pará 2x2 Maranhão - Campeonato Brasileiro de Seleções 1960

Registros do confonto entre as Seleções Maranhense e Paraense, pelo Campeonato Brasileiro de 1960. Na partida de ida, em São Luis, a nossa seleção foi surpreendida pelos paraenses, que venceram o jogo por 2x1. Em Belém, no Estádio Baenão, os paraenses abriram 2x0 no placar, mas o nosso selecionado alcançou o empate, que não assegurou a nossa classificação.

Seleção Maranhense (acima) e Seleção Paraense (embaixo) no momento do hino nacional

Hélio, da Seleção do Pará, correndo para comemorar o segundo gol em cima do goleiro Dico

Gol de empate dos maranhenses: Guilherme saltou para cabecear a bola após o escanteio cobrado por Galego, vendo Dodô tentando defender equanto Macaco, Berreco e Muniz observam o desenrolar do lance.

Bangu Atlético Clube

Eis um registro do Bangu Atlético Clube, equipe da cidade de Coroatá e participante do Campeonato Maranhense de 1959. O time perfilado na foto atuou na partida Sampaio Corrêa 4x1 Bangu, dia 17 de Janeiro de 1960, pelo estadual - naquele tempo, as chuvas prejudicavam o candamento dos jogos e o Campeonato Maranhense geralmente começava no segundo semestre e estendia-se até Janeiro, Fevereiro do ano seguinte.

Bangu de Coroatá