terça-feira, 3 de abril de 2012

Sampaio Corrêa 3x1 Fluminense (RJ) - Campeonato Brasileiro de 1974

Registros da vitória do Tricolor maranhense contra o forte Tricolor carioca pelo Campeonato Brasileiro de 1974, ano em que o Sampaio estreou na elite do futebol nacional. A Bolívia Querida ganhou a vaga do Moto Club, que em 1973 jogou com um jogador irregular (o atleta Calibé, vindo do Botafogo-RJ) e perdeu 12 pontos da competição, encerrando a sua participação na penúltima colocação. O jogo contra o Fluminense foi realizado na noite do dia 20 de Março de 1974 para mais de 17 mil bolivianos. O registro negativo da vitória ficou por conta da morte de um torcedor nas arquibancadas, após o terceiro gol do Sampaio Corrêa... José Ramos, fiscal e rendas do Estado e boliviano roxo, não aguentou a emoção após o gol de Jorge Luis.





FICHA - SAMPAIO CORRÊA 3x1 FLUMINENSE (RJ)
Local:
Estádio Nhozinho Santos
Gols: Adelino, Lourival e Jorge Luís (Sampaio Corrêa) e Manfrini (Fluminense)
Sampaio Corrêa: Gilson; Marinho, Morais, Raimundo e Santos; Lourival e Sérgio Lopes; Adelino, Djalma Campos, Dionísio e Ailton. Técnico: Alfredo González
Fluminense (RJ): Roberto; Toninho, Brunel, Abel e Casagrande, Rubens, Manfrine e Kleber; Cafuringa, Luís Alberto e Moacir. Técnico: --

Sampaio Corrêa Tetracampeão Maranhense - 1984/85/86/87

Registros da grande decisão do Campeonato Maranhense de 1987, onde o Sampaio Corrêa chegou ao Tetracampeonato. As fotos são da final contra o Maranhão Atlético Clube, realizado no dia 27 de Agosto de 1987, no Estádio Castelão, para mais de 15 mil torcedores. A campanha da Bolívia Querida: foram 22 jogos, 12 vitórias, 7 empates e apenas 3 derrotas. O ataque marcou 25 gols e sofreu somente 9 gols. O artilheiro daquele ano foi o atacante Bacabal, do MAC, com 20 gols.





FICHA - SAMPAIO CORRÊA 0x0 MARANHÃO ATLÉTICO CLUBE
Local:
Estádio Castelão
Sampaio Corrêa: Jorge, Luís Carlos, Rosclin, Ademilton e Ivanildo; Zé Carlos, Beato e Dias Pereira; China, Cesar e Marco Antônio. Técnico: Paraíba
Maranhão Atlético Clube: Juca Baleia, Serginho, João Luís, Eduardo e Neto; Batista, Tica e Daniel; Neco, Bacabal e Chiquinho. Técnico: Garrinchinha

Moto Club no Torneio da Integração em Goiás (1971)

Registro da formação do Moto Club de São Luis que disputou o Torneio da Integração em Goiânia, em Setembro de 1971. Além do Papão do Norte, o torneio contou com a participação do Goiás, Atlético Goianiense e do amazonense do Fast Club. O Moto perdeu todas as suas partidas...




Em pé: Wilson, Ribeiro, Zezinho, Romildo, João Bala e Oswaldo. Agachados: Ivanildo, Faísca, Joary, Sima e Batistinha.

FICHA - MOTO CLUB 0x1 GOIÁS (GO)
Data do jogo:
18 de Setembro de 1971
Local: Estádio Olímpico
Gol: Tuira
Moto Club: Assis; Ribeiro, Zezinho, Clécio e Romildo; Faísca e Waldimir; Ivanildo, Marcos, Sima e Batistinha.
Goiás (GO): Adalberto Moreira; Vagner, Japonês, Wilson e Luís Carlos; Jailton e Adalberto; Carlos Alberto, Sinval, Tuira e Valinhos.

FICHA - MOTO CLUB 2x3 FAST CLUBE (AM)
Data do jogo:
22 de Setembro de 1971
Local: Estádio Olímpico
Gol: Piola, Rangel e Paulo (Fast) e Clécio e Pompeu (contra - Moto Club)
Moto Club: Assis; Ribeiro, Zezinho, Clécio e Romildo; Faísca e João Bala; Ivanildo, Marcos, Sima e Batistinha.
Fast Clube (AM): Marialvo; Antonio Piola, Zequinha, Casemiro e Pompeu; Simão e Betinho; Paulo, Edson Piola, Rangel e Pivô.

FICHA - ATLÉTICO (GO) 1x0 MOTO CLUB
Data do jogo:
26 de Setembro de 1971
Local: Estádio Olímpico
Gol: Luizinho
Atlético (GO): Pedro; Dida, Marcos, Tinga e Jota Alves; Reinaldo, Zé Geraldo e Claudinho; David, Facheti e Luizinho.
Moto Club: Assis; Oswaldo, Zezinho, Clécio e Ribeiro; Faísca e Joari; Ivanildo, Marcos, Sima e Batistinha.

Raimundo Nonato Chagas, um "Faísca" no futebol

Raimundo Nonato Chagas Faísca. Este é o nome adotado por um dos grandes jogadores do futebol do Maranhão. “Médio-volante de mão-cheia”, conforme comentário de muitos que o viram atuar, Faísca (apelido de pequeno) batia peladas no campo do bairro onde nasceu, o Cruzeiro do Anil, conhecido como “celeiro” de craques. Com 17 anos integrava a equipe do América Futebol Clube.
Naquela época era prática dos dirigentes sair pelos campos de futebol de São Luis a procura de talentos. Faísca só foi sondado por um dirigente depois de dois anos de bola. Em 68 o falecido Antônio Bento fazia o convite para ele ir jogar no Sampaio. De contrato assinado Faísca relembra que ficou no Sampaio até 69 “sem brilhar muito”. Parecia que as cores que teria que defender eram outras. Em 70, já no Moto, começava a história de talento do atleta, que jogava fácil, era rápido, preenchia bem os espaços mesmo
sendo pequeno, com seus quase 1m60. Lançava com precisão. Tinha ao seu lado outros grandes craques, como Joari e Marcos no meio e mais Fifi, João Bala, Esquerdinha, César Habibi, Santana, Carlos Alberto (já falecido), dentre outros. Em 71 o Moto representou o estado no Torneio da Integração em Goiás. Faísca chamou a atenção de quem estava por lá. Cilinho, então técnico da Ponte preta, fez o convite para ele ir jogar em São Paulo. “Eu não tinha pretensões de ganhar dinheiro com o futebol, Tanto que no Moto recebi o equivalente hoje a cinqüenta reais e me bastava”, disse ele, justificando porque resolveu ficar por aqui mesmo. Nesse mesmo ano o Moto foi vice-campeão maranhense atrás do Sampaio. Faísca já era um ídolo rubro-negro perfeitamente identificado com a torcida. Essa identificação fez com que aceitasse o convite da diretoria para se candidatar a vereador por São Luis. Concorreu em 72 e foi eleito com exatos 3.492 votos. A trajetória do jogador continuava mesmo com o trabalho na Câmara. Em 73 o Moto conquistou o título do torneio Maranhão-Pará; em 74 ia pela primeira vez a um Campeonato Brasileiro. Em 75, já com 29 anos, Faísca resolveu parar de jogar porque o futebol tomava o tempo dele e não dava respaldo financeiro.

Texto extraído do jornal O Estado do Maranhão (08/09/97)

Sport Club Luso Brasileiro

O Sport Club Luso Brasileiro foi fundado em 24 de fevereiro de 1917, pelo comerciante português Edgar Figueira. Sua sede ficava na Praça João Lisboa e o campo na Quinta do Monteiro (Rua do Passeio ou Rodrigues Fernandes), ao lado do Hospital Português (onde hoje se encontram vários imóveis e o prédio do SENAC). Apesar do nome “Luso”, de funcionar ao lado do Hospital Português e do Centro Republicano Português, e de ter sido fundado por um português, o clube não tinha as cores de Portugal, mas sim o azul e o branco (provavelmente em homenagem ao clube português F. C. Porto, fundado em 1893, cujo uniforme era similar, além de um detalhe no escudo). A agremiação estava fortemente respaldada pela inclusão de antigos associados do Fabril Athletic Club, que tinham feito a opção pelo novo clube. A primeira diretoria foi assim composta: Presidente: Manoel Antônio Araújo; 1º Secretário: Diamantino Nina de Oliveira; 2º Secretário: Flávio Pereira Tribuzi; Tesoureiro: Albino Augusto Pinto e Diretor de Esportes: Albino Ribeiro de Farias. A primeira equipe foi formada com Cavalcanti, Barbosa e Flavino; Abílio, Diamantino e Nunes; Miguel, Oliveira, Bizarro, Saraiva e Braga. A diretoria arrendou junto ao Hospital Português, a antiga Quinta Monteiro, à margem da Rua do Passeio. Feito o campo, a estréia deu-se diante dos marujos do Cruzador brasileiro “Tiradentes”, com o Luso Brasileiro vencendo por 2 x 1. O número de associados cresceu tanto que o clube acabou constituindo duas equipes para as disputas internas: o Saturno e o Júpiter. Com a presença de uma nova força no futebol maranhense, começava a esperança de estruturar-se o futebol do Estado, criando-se uma Liga capaz de congregar os clubes, que já existiam em quantidade regular.


domingo, 25 de março de 2012

Joel Sá, uma lenda na Bolívia Querida

Hoje, no dia em que o Sampaio Corrêa completa 89 anos, uma figura folclórica dos gramados também faz aniversário. E não se trata de nenhum jogador "badalado" ou nome do alto escalão do nosso futebol. Quem completa mais um ano de vida é o Joel Sá, o nosso querido massagist, uma das figuras mais curiosas do futebol maranhense. Com 55 anos completos hoje, Joel é um personagem raro e folclórico que ajuda a compor o ambiente de alegria nos estádios nos jogos do Tricolor. Com uma boina e roupas sempre nas cores verde, amarelo e vermelho, ele levanta o torcedor nas arquibancadas, seja por aplausos ou por vaias. Como chama a atenção, o torcedor gosta de pegar no seu pé e as vaias explodem das arquibancadas, quando entra em campo em velocidade para socorrer seus jogadores ou quando dá cambalhotas à beira do gramado. Não satisfeito, coloca as mãos nos ouvidos como se dissesse que não estava ouvindo, querendo mais. Bem ao estilo do saudoso Mariceu, roupeiro do Moto Club, que mantinha praticamente o mesmo jeito brincalhão de Joel, o eterno massagista da Bolívia ganhou a simpatia dos torcedores do Mais Querido e dos adversários... Uma pequena homenagem do Blog "Futebol Maranhense" a esse grande nome do Sampaio Corrêa...



VÍDEO EM HOMENAGEM A JOEL SÁ

Joel Sá no CT do Sampaio Corrêa, brincando com torcedores
(vídeo gravado pelo torcedor Lucas Leão)

Grupo Skank em programa de televisão com a camisa do Sampaio Corrêa

A banda "Skank" apresentou a música "Indignação", quando ainda não eram tão famosos, no programa "Casa da Angélica", no SBT, em 1993...


Kléber Pereira, um orgulho da nação rubro-negra

O blog Futebol Maranhense presta uma pequena homenagem ao maior ídolo recente da história do Moto Club de São Luis: Kléber Pereira.

A CARREIRA

Kléber começou no time de juniores do Cruzeiro do Anil de São Luís. Disputando uma competição amadora da cidade, foi visto por dirigentes do Moto Club e levado para fazer testes, em 1996. Dessa forma, iníciou sua carreira profissional no time maranhense. Foi por este clube artilheiro geral do Campeonato Brasileiro de 1998, disputando a Série C, com 25 gols. O artilheiro da Série A naquele ano foi Viola, do Santos, com 21 gols. Jogou também no Náutico e no Sion, onde se tornou campeão suíço da temporada 1996-97. Em 1999, após um longo processo de transação, Kléber chegou ao Atlético Paranaense, onde, logo no primeiro ano, marcou 18 gols e ajudou o clube paranaense a ganhar a seletiva para a Copa Libertadores. Em 2001, marcou 50 gols com a camisa rubro-negra, sendo 17 deles no Campeonato Brasileiro. Kléber, dessa maneira, sagrou-se artilheiro da equipe, ao lado de Alex Mineiro, na conquista do Brasileirão de 2001 pelo clube e também o maior goleador no Brasil no ano (Chuteira de Ouro). Esses gols, somados aos 31 gols marcados em 2000 e aos 25 de 2002, fizeram de Kléber "O Incendiário" (como é conhecido pelos torcedores do Furacão), o terceiro maior goleador da história do clube curitibano com um total de 124 gols. Em 2003, o jogador transferiu-se para o Tigres, do México. Por lá, também jogou pelo Veracruz, América e Necaxa. Após boas passagens, retornou ao Brasil para atuar pelo time da baixada santista, o Santos, onde, no ano de 2007, foi artilheiro do Peixe no Brasileirão. Em 2008, no Campeonato Paulista, marcou 13 gols no torneio, sendo o vice-artilheiro da competição, marcando ainda 6 vezes na Taça Libertadores. Já pelo Brasileirão 2008, foi artilheiro da competição, com 21 gols, juntamente com Washington e Keirrison. No dia 18 de março de 2009, completou 100 jogos com a camisa do Santos na partida contra o Rio Branco, jogo válido pela Copa do Brasil, tendo o time santista vencido a partida por 4 a 0, com Kléber marcando o último gol da partida. Já no dia 28 de outubro de 2009, no empate em 1 a 1 com o Atlético Paranaense, pelo Campeonato Brasileiro, Klebér marcou o gol de número 48 pelo Santos no torneio, se tornando o maior goleador da equipe na competição (recorde superado por Borges no campeonato de 2011). Na última partida do Brasileirão 2009, confirmou no intervalo do jogo entre Santos e Cruzeiro a sua saída do time. A demissão do técnico Vanderlei Luxemburgo e a saída de Marcelo Teixera da presidência fizeram com que o atleta confirmasse os rumores. No dia 27 de janeiro de 2010, acertou com o Internacional por uma temporada. No entanto, sequer teve chances de atuar em uma boa sequência de partidas. Sem convencer em nenhuma partida, Kléber Pereira foi afastado do elenco colorado, tendo seu contrato rescindido pouco tempo depois. No dia 5 de agosto de 2010, o Vitória anunciou a contratação do jogador para a temporada. Pouquíssimo aproveitado, foi reserva durante toda sua passagem e marcou apenas um gol, em partida contra o Corinthians. Acabou sendo dispensado no final do ano. Em agosto de 2011, Kléber Pereira acertou com o Moto Club.[3] Na sua estreia, Kléber Pereira marcou um gol diante o Cordino-MA, jogo em que sua equipe venceu pro 2x1.

Títulos: Campeonato Suíço (1997) e Copa da Suiço (1996/97) pelo Sion; Campeonato Paranaense (2000/01/02) e Campeonato Brasileiro (2001) pelo Atlético-PR; Copa dos Campeões da Concacaf (2006) e Campeonato Mexicano Clausura (2005) pelo América-MEX; Inter Liga (2007) pelo Necaxa-MEX; Copa Libertadores da America (2010), Copa FGF (2010) e Taça Fabio Koff (2010) pelo Inter; Copa do Nordeste (2010) pelo Vitória.

Artilharias: Campeonato Maranhense: 1996 (25 gols); Campeonato Brasileiro - Série C: 1998 (25 gols); Copa Sul-Minas: 2000 (6 gols); Campeonato Paranaense: 2001 (22 gols) e 2002 (5 gols); Campeonato Clausura (México): 2005 (11 gols); Campeonato Brasileiro: 2008 (21 gols)

Prêmios Individuais: Chuteira de Ouro da Revista Placar: 2001; Seleção do Campeonato Brasileiro: 2008; Troféu Rei do Gol: 2008; 3º maior artilheiro da história do Clube Atlético Paranaense: 124 gols; 4° maior artilheiro do Santos após a era Pelé: 84 gols.

Informações retiradas da internet e do meu arquivo pessoal



ENTREVISTA DO KLÉBER PEREIRA AO PROGRAMA "PONTO FINAL" (RÁDIO MIRANTE AM) - 26/01/2011


Sobre o futebol maranhense, Kléber disse que "para mim, como maranhense, a gente sente. Não gosto de ver o futebol e os estádios maranhenses dessa forma que está". Para fazer um comparativo, ele lembrou que, anos atrás, os jogos nos estádios maranhenses chegavam a atrair um público de mais de 20 mil. Atualmente, os jogos atraem público, em média, de mil pessoas. Kléber também é confiante no que diz respeito ao futebol maranhense. Ele acredita que a fase pode ajudar o futebol local a crescer. O atacante falou, ainda, sobre os atletas que se destacam nos times do Iape e JV Lideral. Questionado sobre como os atletas maranhenses são recebidos em times de outros Estados, ele afirmou que os jogadores são muito bem cotados nos times, devido à grande evolução dos jogadores daqui. Prova disso, por exemplo, é o Cruzeiro, que atualmente tem três jogadores maranhenses em seu time, segundo o atacante. Kléber viaja nesta quarta-feira (4). Ele está em negociação com um clube da primeira divisão, o qual não pode divulgar o nome para não atrapalhar na negociação. Ele afirmou que se apresentará ao time. Com relação à saída do Internacional, clube pelo qual foi liberado, ele afirmou que não se sentia motivado e, por isso, pediu a sua liberação. Sobre os planos futuros, o atleta afirmou que sempre que puder, em férias, voltará ao Maranhão, e que pretende criar uma escola de futebol para incentivar a descoberta de novos talentos para o esporte no Maranhão. Questionado por um ouvinte se voltaria a jogar no Maranhão, ele afirmou que tem muito carinho pelos clubes maranhenses, "mas não passa pela minha cabeça voltar ao futebol maranhense".

sábado, 24 de março de 2012

Camisa do Maranhão Atlético Clube de 1999

Ano em que o Macão foi campeão maranhense (1999), desbancando o Tri do Sampaio Corrêa... Linda essa camisa!

 Vista frontal da camisa, com o patrocínio da FTD Editora

 Vista traseira da camisa, também com o patrocínio da FTD Editora e o número 10

Detalhe do escudo do Maranhão Atlético Clube, sem o tradicional bordado

Sampaio Corrêa, 89 anos de muitas glórias!

Parabéns, minha Bolívia Querida. Qualquer coisa que eu escrever aqui será muito pouco para demonstrar o meu imenso amor a você! São 89 anos de muita luta, conquistas, vitórias e derrotas. Sobretudo, são 89 anos de muita fidelidade com a sua apaixonada torcida.

BOLÍVIA, MINHA VIDA É VOCÊ!!!


DEIXO, ABAIXO, ALGUMAS FOTOS COMO UMA PEQUENA FORMA DE HOMENAGEAR A MINHA BOLÍVIA QUERIDA NOS SEUS 89 ANOS

OBS: todas as fotos abaixo foram feitas pelo próprio dono deste Blog











Pra fechar, uma foto minha, pro pessoa que ainda acha que não se pode ser boliviano e ser imparcial para escrever a história do nosso maior rival

Boliviano aos 13, 20 e 24 anos...

"Quem é de verdade, sabe quem é de mentira!" 
("Pontes Indestrutíveis", Charlie Brown Jr)